terça-feira, 7 de abril de 2009

Ser Pai





Soundtrack: Fábio Jr. - Pai


"De todas as minhas modestas dimensões humanas, a que mais me realiza é a de ser pai.

Ser pai é, acima de tudo, não esperar recompensas. Mas ficar feliz caso e quando cheguem. É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão. É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.

Ser pai é aprender, errando, a hora de falar e de calar. É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois. Mas jamais falar no momento preciso. É ter a coragem de ir adiante, tanto para a vida quanto para a morte. É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.

Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez. É esperar. É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo. Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protege-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.

Ser pai é: saber e calar. Fazer e guardar. Dizer e não insistir. Falar e dizer. Dosar e controlar-se. Dirigir sem demonstrar. É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói. Ser pai é ser bom sem ser fraco. É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão.

Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar. É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida. Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão. Mas ir às lágrimas quando chegam.

Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição. É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho. É saber brincar e zangar-se. É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.

S
er pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação.

Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio. O máximo de convivência no máximo de solidão. É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver. É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante."

Arthur da Távora

Para você, pai, meu guardião escolhido por Deus, "meu herói, meu bandido", do teu filho que te ama...

Cláudio César Monteiro dos Santos Júnior

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A Aranha

"Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira: - Deus Todo Poderoso fazei com que anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!! Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.

A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado: - Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar... Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.

Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou: - Vamos entrar por esta trilha. - Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas.

Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança nEle para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha."
(Autor desconhecido)

Nota: Muito boa ilustração. Uma maneira prática de demonstrar a sabedoria e engenhosidade de Deus. Para o homem, só o que resolve são muralhas, armas, palavras ofensivas, brutalidade. Mas Deus nos mostra que, na simplicidade e na verdade, está a solução para os mais complexos problemas. [Cláudio]

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Os argumentos surrados do colunista da Veja


A revista Veja desta semana (edição nº 2098, de 4/2/2009) traz um artigo de André Petry sobre o ensino do criacionismo nas escolas ("Lembra-te de Darwin", para assinantes). Depois de tanta discussão sobre o assunto, era de se esperar que o editor trouxesse alguma contribuição nova à polêmica, mas não. O que ele faz é repetir argumentos surrados e evidenciar sua opinião "petryficada" sobre o tema.

Ele começa assim:

"É assustador que, às vésperas do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, pai da teoria da evolução, escolas brasileiras estejam ensinando criacionismo nas aulas de ciências. Já se sabia que as escolas adventistas fazem isso. A novidade é que o negócio está se propagando. Em instituições tradicionais de São Paulo, como o Mackenzie, inventou-se até um método próprio para o ensino."

Depois, Petry diz que o relato bíblico da Criação é "uma fábula encantadora, mas não é ciência". No entanto, afirma que "em biologia, vale o evolucionismo de Darwin, segundo o qual todos viemos de um ancestral comum, há bilhões de anos, e chegamos até aqui porque passamos no teste da seleção natural".

A teoria da "sopa morna"

Alguém precisa dizer para o Petry que seleção natural tem base factual e explica relativamente bem a biodiversidade (microevolução) em nosso planeta, mas a história de que "todos viemos de um ancestral comum" (macroevolução), essa, sim, é uma fábula, e nem um pouco "encantadora". A tal origem da vida numa "sopa primordial" ainda é alvo de discussões e há cientistas que discordam desse cenário. Um deles é o professor emérito de química David Deamer, que chefiou uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia. Deamer disse:

"Já faz [150] anos desde que Darwin sugeriu que a vida pode ter começado em uma `poça morna´. Estamos testando a idéia dele, em pequenas poças em regiões vulcânicas em Kamchatka, na Rússia, e Mount Lassen, na Califórnia. Os resultados são surpreendentes e, de certa forma, desapontadores. Parece que as águas ácidas quentes da lama não fornecem as condições adequadas para que componentes químicos se transformem em `organismos pioneiros´."

Deamer disse ainda que aminoácidos e DNA, dois componentes básicos na formação da vida, e fosfato, outro ingrediente essencial, se prendem à superfície de partículas do barro nas poças vulcânicas. "Isso é significativo porque havia a pressuposição de que o barro promove interessantes reações químicas ligadas à origem da vida", explicou. "Entretanto, nos nossos experimentos, os componentes orgânicos ficaram tão grudados às partículas de barro que não poderiam fazer parte de qualquer reação química."

O experimento de Urey-Miller já vinha sendo desacreditado (embora os livros didáticos não tratem disso); agora a teoria da "sopa morna" também enfrenta problemas levantados pela ciência experimental. Mas Veja parece não saber disso...

O "racional" com o "místico"

Petry vai além e afirma que ensinar darwinismo e criacionismo "embrutece" o educando. "Embrutece porque ensina o aluno, desde cedo, a confundir crença e superstição com razão e ciência", diz ele; e pergunta:

"Que cientistas saem de escolas que embrulham o racional com o místico? Também é cascata porque, fosse verdade, a turma estaria ensinando numerologia em matemática. Ensinaria alquimia em química, dizendo, em nome da `liberdade de pensamento´, que é possível transformar zinco em ouro e encontrar o elixir da longa vida..."

Quem disse que o que está além dos domínios do naturalismo metodológico se trata de algo irracional? Por que somente o conteúdo abrangido pelo método científico pode ser qualificado como racional? Estudar a teoria da matéria escura também é irracional? (Com o perdão da comparação um tanto "forçada".) Correndo o risco de apelar para o argumento da autoridade, quero deixar claro que há grandes nomes da ciência que transitam bem nos universos da teologia, da filosofia e da ciência, integrando bem essas áreas. Cientistas como Marcos Eberlin, do Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas (Unicamp); Ruy Carlos de Camargo Vieira, professor emérito da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, autor de livros didáticos e inúmeros artigos científicos e membro da Academia Panamericana de Engenharia; para ficar com dois. Esse é o tipo de cientista que pode sair de escolas que "embrulham o racional com o místico", Petry. Desafio-o a entrevistá-los a fim de conhecer suas idéias. Veja tem espaço para isso?

Um macaco tolo

A visão estreita de Petry acerca da religião bíblica mais parece fruto do preconceito; da opinião "petryficada" de quem não quer se esforçar para entender e separar as coisas; da mania de colocar todas as crenças no mesmo saco do desrespeito. Por esse pensamento, Petry condenaria Isaac Newton e Blaise Pascal, por exemplo, cientistas que conseguiram conciliar a visão teológica com a científica e que, muito provavelmente, enxergaram mais longe justamente por causa dessa visão mais ampla da realidade – sem mencionar que ajudaram a fundar o próprio método científico ao qual os cientistas de hoje devem seus empregos e salários. A Bíblia nada tem a ver com alquimia e numerologia, mas coaduna bem com física, astronomia, história, cronologia, arqueologia, lingüística, matemática... Grandes homens e mulheres de ontem e de hoje, cuja mente está aberta, cujos neurônios não se "petryficaram", reconhecem isso.

Petry finaliza seu texto entrando no barco da darwinlatria 2009:

"Darwin foi um gênio. Em seu tempo, não se sabia como as características hereditárias eram transmitidas de pai para filho. Nem que a Terra tem 4,5 bilhões de anos e que os continentes flutuam sobre o magma. No entanto, a teoria da evolução se encaixa à perfeição nas descobertas da genética, da datação radioativa, da geologia moderna. Só um cérebro poderosamente equipado [isso não é design inteligente?], conjugado com muito estudo [por que deveríamos confiar nos estudos realizados pelo cérebro de um macaco evoluído? O que garante que o ajuntamento casual de moléculas ao longo de bilhões de anos nos legou um cérebro capaz de interpretar corretamente a realidade?], pode ir tão longe. Confundido com criacionismo, Darwin parece um macaco tolo. É assustador."

Ciência lembra a religião

Assustador é perceber como a "petryficação" intelectual tem impedido a muitos de pensar objetiva e honestamente. Nenhum criacionista esclarecido nega as contribuições do darwinismo, desde que se entenda e defina bem o que vem a ser "evolução" e dentro de que limitações e parâmetros ela deve ser colocada. O fato é que na época de Darwin os microscópios eram extremamente rudimentares, incapazes de revelar a complexidade de uma "simples" célula. Quando essa "caixa preta" foi aberta pelos estudos da biologia molecular, um universo de máquinas moleculares ultracomplexas foi descortinado.

Se Darwin tivesse acesso à tecnologia de que dispomos hoje, teria elaborado a teoria geral da evolução que elaborou? Só nos resta especular... A verdade é que Darwin era um homem inteligente e em muitos aspectos mais mente aberta que seus seguidores fundamentalistas de hoje. Em 1859, ele tinha uma política educacional idêntica à esposada pela Educação Adventista e pela Mackenzie:

"Estou bem a par do fato de existirem neste volume [A Origem das Espécies] pouquíssimas afirmativas acerca das quais não se possam invocar diversos fatos passíveis de levar a conclusões diametralmente opostas àquelas às quais cheguei. Uma conclusão satisfatória só poderá ser alcançada através do exame e confronto dos fatos e argumentos em prol deste ou daquele ponto de vista, e tal coisa seria impossível de se fazer na presente obra"
(Charles Darwin, A Origem das Espécies, Belo Horizonte, Villa Rica, 1994, p. 36 – itálico acrescentado).

Concordo com William Hurlbut, em texto publicado na Folha de S.Paulo em janeiro de 2006:

"A ciência ultimamente lembra mais a religião do que qualquer outra coisa. Como conseqüência, ela sofre dos mesmos problemas que historicamente afetaram a religião: triunfalismo, arrogância e falta de autocrítica."

(Michelson Borges, Observatório da Imprensa, 03/02/2009)

Drogas na vagina e fraudes na Saúde

“Há anos vejo mulheres sendo presas por tráfico de drogas ao visitar maridos e namorados nas cadeias. Quase sempre são jovens com pouca escolaridade, mães de mais de um filho, moradoras da periferia das cidades, apaixonadas por bandidos que nunca mais se lembrarão delas quando estiverem atrás das grades. Essas moças geralmente são surpreendidas pelas funcionárias ao passar pela revista, em dia de visita, tentando levar cocaína ou maconha escondida em sacos plásticos introduzidos na vagina.

“Encaminhadas à delegacia, são autuadas em flagrante e trancadas. Não voltam mais para casa; os filhos ficarão sob os cuidados sabe lá Deus de quem. Meses mais tarde, serão condenadas a cumprir penas que podem chegar a quatro ou cinco anos. As novatas entrarão em contato com criminosas de carreira e aprenderão a obedecer a leis impostas pelas quadrilhas que dominam os presídios paulistas; as mais experientes farão pós-graduação no mundo do crime.

“Primárias e reincidentes, quando libertadas, estarão na mesma condição: ex-presidiárias sem dinheiro nem emprego, com filhos para acabar de criar e com a folha de antecedentes marcada. Dos anos no cárcere, carregarão as cicatrizes do aprisionamento e as ligações com as parceiras de infortúnio. Voltar a delinqüir é a saída natural.

“Sem a pretensão de analisar o rigor das leis contra o tráfico, muito menos a de defender quem as infringe, confesso que no caso dessas moças fico confuso. Quantos gramas de maconha cabem na vagina de uma mulher? Essa quantidade apreendida é relevante no combate ao tráfico? Será que uma simples medida administrativa, como cassar definitivamente o direito de visitar qualquer presidiário, não seria castigo suficiente para essas contraventoras e não reduziria a superpopulação nas cadeias femininas?

“Semana passada, a Operação Parasitas, da Polícia de São Paulo, prendeu cinco acusados de comandar uma quadrilha que fraudou centenas de licitações nos principais hospitais públicos da cidade, além de outros no interior do Estado, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. O golpe era o de sempre: empresários subornam funcionários públicos para ganhar licitações superfaturadas, realizar vendas de artigos desnecessários e entregar produtos de qualidade inferior à estipulada nos contratos (ou nem entregá-los).

“Os policiais encontraram compras efetuadas a preços 400% mais altos do que os encontrados no mercado, cateteres contrabandeados da China vendidos como material de primeira e até fraudes em leilões eletrônicos, com provável participação de pregoeiros e de funcionários dos hospitais.

“No período de dois anos, o volume dos negócios teria chegado a R$ 100 milhões. A lavagem do dinheiro era feita em offshores abertas no exterior em nome de pessoas humildes, como sempre.

“Por meio de doações a campanhas políticas, os chefes exerciam influência nos municípios em que atuavam. Num deles, chegaram a "comprar" o cargo de secretário da Saúde por R$ 200 mil, doados ao caixa de campanha de um candidato a prefeito nas últimas eleições.

“O que mais me chamou a atenção, entretanto, foi o fato de que algumas das empresas investigadas e alguns dos suspeitos estavam envolvidos em outras falcatruas perpetradas contra o sistema de saúde: a máfia dos sanguessugas e as fraudes do antigo PAS da Prefeitura de São Paulo. Outros, ainda, haviam sido investigados pela CPI do Banestado e pela Operação Farol da Colina, da Polícia Federal.

“Quer dizer, esses senhores não haviam apenas escapado da cadeia como suas empresas tinham toda liberdade para negociar com hospitais públicos e secretarias de Saúde.

“Os escândalos que se repetem em ciclos na área da Saúde desde que me conheço por gente são frutos da impunidade. Quem rouba dinheiro destinado ao tratamento de doentes pobres deveria responder por crime hediondo e cumprir pena em regime fechado, sem nenhuma regalia, naquelas celas de CDP com mais de vinte ladrões.

“Não sou ingênuo, leitor, sei que os acusados estarão na rua em uma semana. No Brasil, cadeia foi feita exclusivamente para bandido pobre.

“Apesar disso, tomo a liberdade de fazer uma sugestão: por que não condenar esses parasitas, predadores da pior espécie, a quatro ou cinco anos, como é feito com as moças presas nas portas dos presídios?

“É pouco, dirá você. Também acho, mas é melhor do que nada.”

(Dráuzio Varella, Folha de S. Paulo, 8/11/2008)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O papa e a volta de Jesus

As catástrofes em nível mundial junto com guerras e confitos armados podem ser entendidos como sinais da volta de Jesus? Para o papa Bento XVI, não! O site Zenit trouxe a afirmação do pontífice, feita no último domingo (14 de dezembro), de que devemos nos alegrar no Senhor, uma vez que Ele "está próximo [...] Esta é a razão da nossa alegria [...] ‘o Senhor está próximo’? Em que sentido devemos entender esta ‘proximidade’ de Deus [...] a Igreja, iluminada pelo Espírito Santo, compreendia cada vez melhor que a ‘proximidade’ de Deus não é uma questão de espaço e tempo, mas uma questão de amor: o amor aproxima!"

Em nome de um amor subjetivo, Bento XVI lança por terra toda a preocupação de nosso Salvador em apresentar os sinais de Sua vinda (Mt 24), pelos quais nos é possível vigiar a respeito da proximidade da segunda vinda. A volta de Cristo não é apenas a união mística do crente com Deus, expressa pela comunhão diária; o evento será visível mesmo aos que não têm fé na pessoa de Jesus (Ap 1:7). Jesus virá em glória nas nuvens do céu (Mt 24:30) e Seus anjos recolherão os escolhidos (Mt 24:31). As mudanças climáticas, geológicas e físicas transtornarão a ordem natural que conhecemos (2Pd 3:10). Os próprios injustos sofrerão da penalidade que consiste em estar diante de um Juiz Santo (Ap 6:15-17).

Em suma, o "dia do Senhor" é muito real, não uma metáfora espiritual. Pensar o contrário é não "amar a Sua vinda" (2Tm 4:8). Pena que o papa reduza a responsabilidade pessoal de se preparar diante da iminência da volta de Jesus por causa de um suposto amor, tão vago e despreocupado com "espaço e tempo".

(Questão de Confiança)

Michael Crichton: consenso perigoso

“Quero fazer uma pausa aqui e falar sobre essa noção de consenso, e a origem do que tem sido chamado de ciência consensual. Eu considero a ciência consensual como um desenvolvimento extremamente pernicioso que deve ser parado imediatamente no seu curso. Historicamente, a afirmação de consenso tem sido o refúgio de canalhas; é um modo de se evitar o debate afirmando que a questão já foi resolvida. Sempre que você ouvir que o consenso dos cientistas concorda em alguma coisa ou outra, procure a sua carteira, porque você está sendo roubado.

“Sejamos claros: o trabalho da ciência não tem nada a ver com consenso. O consenso é assunto da política. A ciência, pelo contrário, requer apenas um pesquisador que por acaso está certo, o que significa dizer que ele ou ela tem os resultados que são verificáveis pela referência ao mundo real. Em ciência, o consenso é irrelevante. O que é relevante são os resultados reproduzíveis. Os maiores cientistas na história são grandes exatamente porque eles romperam com o consenso. Não existe essa coisa de ciência consensual. Se for consensual, não é ciência. Se for ciência, não é consensual. Ponto final...

“Repare onde a afirmação de consenso é invocada. O consenso somente é invocado em situações onde a ciência não é suficientemente sólida. Ninguém diz que o consenso dos cientistas concorda que E=mc2. Ninguém diz que o consenso é de que o Sol está a 93 milhões de milhas de distância. Jamais passou pela cabeça de alguém falar assim.”

(Michael Crichton, “Aliens Cause Global Warming”, reimpresso no Wall Street Journal, de 7 de novembro de 2008)

Nota: Michael Crichton escreveu obras famosas como Jurassic Park e Andromeda Strain. Ele era cético quanto ao aquecimento global ser provocado unicamente pelo ser humano. Embora aqui ele trate da questão ambiental, as palavras dele se encaixam perfeitamente no debate sobre a origem e evolução do universo e da vida. Os que são dissidentes da maioria darwinista são sempre intimidados pela afirmação de que todos os “verdadeiros cientistas” acreditam que a vida evoluiu unicamente pelos processos darwinistas quando poderia ser o contrário. (Com informações do blog Desafiando a Nomenklatura Científica)

(Postado originalmente no blog Criacionismo)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Carteiro que escondia correspondência vira herói nos EUA

Ele cometeu um pecado capital para a classe dos carteiros: durante sete anos, Steven Padgett se recusou a entregar cartas a moradores de Raleigh (Carolina do Norte, EUA).

Não eram cartas comuns, mas catálogos, propagandas e anúncios não solicitados. Ele escondia essas correspondências em sua garagem ou as enterrava em seu quintal. Como ninguém sentia falta das propagandas que Steven não entregava, o plano só chamou a atenção quando vizinhos começaram a perceber o acúmulo de cartas.

Steven, de 58 anos, foi condenado a três anos de prisão em regime aberto, 500 horas de serviço comunitário e deverá pagar uma multa de US$ 3 mil.

O advogado de defesa disse ao "Los Angeles Times" que Steven, que sofre de diabetes e problemas no coração, sentia-se sobracarregado com o excesso de correspondências que eram enviadas por mala-direta.

O serviço postal dos Estados Unidos comunicou centenas de moradores de Raleigh sobre o ocorrido, mas apenas uma pessoa respondeu. Kenna Reinhardt disse que Steven não deveria ser condenado, mas, sim, condecorado como um herói. "Em vez de incomodar as pessoas, ele fez seu trabalho melhor do que ninguém", disse Kenna, em uma carta.

Outros moradores se manifestaram na imprensa. Leitores do "Raleigh News & Observer" aprovaram a conduta de Steven. "Steven para presidente", escreveu um deles.

Outro leitor propôs dar ao ex-carteiro um emprego na área de telefonia, para que ele "dê um jeito nas ligações indesejáveis". (G1)

Fonte: www.diariodopara.com.br

Nota: O sistema de governo capitalista torna as pessoas egoístas, hipócritas e rebaixa a moral, pois nesse sistema, o dinheiro vale mais do que a dignidade, do que as pessoas, e, como conseqüência, as leis tornam-se fiéis protetoras do dinheiro. Quem proteje as pessoas, prejudica o lucro dos outros e comete crime. Transformaram o bem em mal e o mal em bem. [Cláudio]

terça-feira, 18 de novembro de 2008

"Senhor, a TIM não é nenhuma empresa de fundo de quintal!"

O Fernando Caprio, Software Engineer na Hewlett Packard Brazil, escreveu o seguinte em seu blog:

"Mandei um e-mail para a Vivo reclamando que o site deles não funciona corretamente no Firefox, Safari e Chrome. Não dá para receber a senha para acesso online por SMS, bem como obter a fatura de diferentes meses.

"Eis a resposta:
Prezado (a) Sr (a) Fernando, bom dia!

Em atenção ao seu e-mail, informamos que nosso site é desenvolvido em uma base de banco de dados MSDE e toda a programação é realizada em arquivos com extensão HTML. Portanto o Firefox é um programa incompatível a essa extensão.

"Nossa! Tomara que o Firefox um dia suporte esse tal de HTML. Inacreditável que mandem e-mails que, além de prontos, ofendam a inteligência das pessoas. Usuários de Mac, potenciais clientes do iPhone da VIVO - que não é nem um pouco barato - não podem usar o sistema online pois, pelo visto, o Safari também não suporta HTML."

Nota:

Para quem não sabe, Firefox, Chrome e Safari são programas de computador utilizados para surfar na Internet; HTML é uma linguagem de computador que é a base onde são construídos todos os sites existentes na Internet. Aha! Creio que agora você entendeu a indignação e ironia do Fernando, acima. Como a ViVo diz que o Firefox não tem suporte à HTML se todos os sites são feitos nessa linguagem, sendo o Firefox um programa feito especificamente para acessá-los?! É o mesmo que dizer que um MP3 player da Sony não suporta o formato de arquivo .mp3!

Há alguns anos, logo que adquiri meu primeiro chip GSM (o qual uso até hoje), da TIM, entrei em contato com o atendimento para aderir a uma dessas promoções. O cliente que aderisse à mesma, teria um desconto na tarifação até a copa de 2006, mas teria que fazer recargas periódicas até lá para que a promoção continuasse vigente. Se uma recarga falhasse, já era a promoção.

Como sou daqueles que fecha a porta da geladeira e não acredita que a luz apagou, pensei: "E se eu fizer uma recarga, mas o sistema da TIM falhar e indicar que essa recarga não foi feita?". Relatei essa preocupação para a atendente e perguntei que recurso eu teria para provar que fiz a tal recarga. A mesma respondeu com a delicadeza de um pedregulho em queda livre: "Senhor, a TIM não é nenhuma empresa de fundo de quintal!". Ou seja, eu seria obrigado a confiar no sistema da empresa.

Ora sabemos que há falhas nos sistemas. Ignorar isso diante de um cliente é uma falta de respeito. Por isso, é com prazer que faço essa postagem, para mostrar ao mundo que empresas como essa têm muita pompa, porém pouca disposição de reconhecer nossos direitos. Se comportam como empresas de fundo de quintal, sim.

Ainda tem mais! Recentemente fui reclamar sobre uma instabilidade persistente que está acometendo a qualidade dos serviços da operadora. Quase toda vez que origino ou recebo uma ligação, acontece linha cruzada. A atendente teve a cara-de-pau de me dizer que nunca receberam essa reclamação. Realmente, isso não acontece com pessoa alguma, só comigo, com minha esposa, com meu cunhado e sua esposa, com meus irmãos, pai, mãe, amigos, etc.. Coincidência?

O governo precisa ser mais enérgico com essas empresas. Sempre defendi a idéia de o consumidor e cidadão ser provido de um instrumento de divulgação em massa que veiculasse suas más experiências com quaisquer entidades que tentassem abusar de sua boa vontade. Bastaria o governo investir um pouquinho num programa de televisão de horário nobre que desse voz ao povo e comprovasse a veracidade dos fatos. Quem aposta comigo que o Brasil iria melhorar 200%? Qual seria a empresa ou político corrupto que teria coragem de ainda desrepeitar tão na "cara-dura" os nossos direitos. É só ter boa vontade e dar voz ao povo!

Tudo isto digo, porque os "espertos" empresários, publicitários e políticos sabem aproveitar a mídia para botar a boca no mundo, prometendo mundos e fundos. Mas o consumidor, ao se dar mal por ter acreditado nas promessas, fica limitado a uma reclamação no Procon ou processo judicial que terminam no anonimato, enquanto o balé do desrepeito continua e os malfeitores continuam com sua imagem limpa. "A quem com ferro fere, com ferro será ferido". O programa de televisão ao qual me referi acima seria o instrumento que imporia o respeito que merecemos. Mídia para se promover? Mídia para se queimar. [Cláudio]

Mudança na legislação confirma ensino de Ellen White

O Conselho Estadual de Educação determinou uma mudança na legislação. A partir de 2010, as crianças só podem ingressar no Ensino Fundamental se completarem seis anos até 30 de junho do mesmo ano. O objetivo com a nova regra é que todos os estudantes do primeiro ano tenham pelo menos seis anos, o que acaba com a idéia de colocar crianças muito novas na escola.

Alunos das escolas particulares do Estado de São Paulo que entraram antes da idade estipulada na legislação, terão que ou se afastar dos estudos ou repetir o ano para completar os seis anos de idade. Isso afetaria as crianças que atualmente estão matriculadas na escola e tenham três anos ou menos. Na antiga regra, os estudantes tinham que completar a idade correta até 31 de dezembro. O Ministério da Educação confirma que, atualmente, cerca 129 mil crianças com menos de quatro anos estão matriculadas em escolas particulares.

Segundo o líder de Educação para as escolas adventistas do Estado, Orlando Mário Ritter, a legislação coincide com aquilo que a escritora e educadora Ellen White já comentava há um século em seu livro Educação. “Essa foi uma excelente determinação. Coincide com o discurso de White de que as crianças devem permanecer mais tempo com os pais e por isso não é bom que a criança entre muito cedo na escola. Esse tempo que a criança fica mais em casa é essencial para os pais educarem seus filhos”, analisa.

(Suellen Timm)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Ellen G. White e o Relatório Veltman

Muitos críticos de Ellen White usam o Relatório Veltman - Um documento publicado pela própria Igreja Adventista do Sétimo Dia, refletindo uma pesquisa científica sobre as bases literárias de Ellen G. White - para tentar acusá-la de plágio, bem como tentar minar sua inspiração profética.
Os perseguidores da Igreja Adventista do Sétimo Dia têm alardeado este relatório como sendo seu Santo Graal. Segundo eles, Fred Veltman teria "desmascarado" o dom profético de Ellen G. White, "provando" que seus escritos foram plágios deslavados de diversos autores de sua época. Segundo alguns sites, nada discretos em seu ódio contra a IASD, o livro "O Desejado de Todas as Nações" teria sido constituído de plágios inclusive de literatura de ficção.

Em um enredo digno de "Arquivo X", os avessos à Ellen White dizem que, apesar de publicado em um veículo oficial da IASD, o relatório foi mantido em segredo dos membros da mesma por desde então. O "Relatório Veltman" tem soado, no meio da dissidência Adventista, algo como "O 4º segredo de Fátima".

Haja vista a gravidade das acusações, sobretudo a roupagem pseudo-acadêmica que reveste os axiomas do artigo da Wikipédia (essa mesma!) encontrado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Veltman_report, fiz uma breve pesquisa, diretamente nas fontes.

De fato, existe um relatório produzido pelo Dr. Fred Veltman, Ph.D, então diretor do departamento de Religião do Pacific Union College, em Angwin, Califórnia. O Dr. Veltman se dedicou à pesquisa das bases literárias da Sra. White e o seu uso nas obras da mesma. Este relatório deu origem à uma série de 4 artigos, nos meses de setembro à dezembro de 1990, na revista Ministry, veículo oficial da Associação Geral da IASD.
As conclusões, a partir da leitura do material, são bastante claras:

1. Fica bastante latente que o Dr. Veltman não procurou desmascarar Ellen White. Ele conduziu a pesquisa justamente com o objetivo contrário - o de esclarecer os fatos por trás dos burburinhos a respeito da bibliografia da obra da Sra. White.

2. Todos os textos usados pelos críticos da IASD, pelo menos em uma análise superficial, de fato existem - mas foram justamente arrancados de seu contexto e postos de uma forma que os fazem soar em um tom inverso da leitura geral do relatório.

3. A conclusão final do Dr. Veltman sobre as acusações de plágio é justamente o contrário do que os críticos têm apontado:
"As I pointed out in my report, the investigation did not treat the issue of plagiarism. While we cannot settle that issue here, nor do I wish to minimize its importance, my personal opinion is that she was not guilty of this practice"
(VELTMAN, 1990, p. 14).

Em uma tradução livre:
"Como eu ressaltei em meu relatório, a investigação não se trata da questão de plágio. Enquanto nós não podemos liquidar esta questão aqui, nem desejo eu minimizar sua importância, a minha opinião pessoal é que ela não é culpada de tal prática"
(VELTMAN, 1990, p.14).

A frase de mais forte dos críticos, extraída da edição de dezembro de 1990 da revista Ministry, é a seguinte (com a tradução dos próprios):

"Eu tenho que admitir para começar, que no meu julgamento esse é o mais sério problema para enfrentar com referência à dependência literária de Ellen White. Isso atinge o coração da sua honestidade, sua integridade e portanto da sua honrradez"
(VELTMAN, 1990, p. 14).

Esta frase, na realidade, é a resposta à uma pergunta da própria revista, conforme segue:

"Como você [Veltman] harmoniza o uso das fontes por Ellen White com seus enunciados em contrário? Você pensa que a declaração introdutória do Grande Conflito constitui uma admissão adequada de dependência literária?"
(VELTMAN, 1990, p. 14).

O interessante é que esta é a pergunta número 3. Na pergunta 1, Veltman (1990) já havia revelado que acreditava na inspiração divina da Sra. White. Na pergunta 2, o pesquisador também declarou (conforme texto já citado no início) que não culpa Ellen White de qualquer tipo de plágio. Ou seja, o sentido da frase foi alterado por sua remoção do contexto.

Se você tem conhecimento de inglês e alguns minutos livres, confira pessoalmente os exemplares, no site http://www.adventistarchives.org/docs/MIN/MIN1990-10/index.djvu. Neste endereço, logo após o "1990-", altere para o mês desejado (neste caso, o mês indicado é outubro). Você precisará do programa leitor do formato "djvu" para abrir as edições - bastante semelhante ao formato PDF da Adobe, que necessida doReader. Ele está disponível em http://www.lizardtech.com/download/

Na odisséia eletrônica pela mínima decência na Wikipédia, alterei o artigo em referência e, para surpresa minha, 24h depois ninguém ainda reverteu as alterações. O autor do artigo crítico original? Abviana - ele mesmo (leia a matéria anterior, para saber mais).

Espero que esta reflexão tenha auxiliado você na "garimpagem" da verdade, em meio a tantos sutis engodos.

"Crede no Senhor Deus e estareis seguros; crede em Seus profetas, e prosperareis"
II Cr 20:20.

Fonte: http://emdefesadaverdade.blogspot.com/

Direitos humanos para humanos direitos!

Carta enviada de uma mãe para uma mãe em SP, após noticiário na tv:
De mãe para mãe...

Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.

Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...

Eu também sou mãe e,assim, bem posso compreender o seu protesto... Quero com ele fazer coro.

Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo.

Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Olhe você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma videolocadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.

No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo... Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu? Que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.

No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas 'Entidades' que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto e talvez me indicar 'Os meus direitos'!

Fonte:
Mensagem eletrônica circulante na Internet por e-mail

Nota: Esta inversão de valores mora bem perto de todos nós e as evidenciamos todos os dias, porém ficamos inertes. Ela é mais um sinal contundente de que a volta de Jesus está bem mais próxima do que pensamos. [Cláudio]

Crente VS Discípulo


Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe porquê?
  1. O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
  2. O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
  3. O crente se ganha; o discípulo se faz.
  4. O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
  5. O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
  6. O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
  7. O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
  8. O crente precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
  9. O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
  10. O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
  11. O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
  12. O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
  13. O crente busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
  14. O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.
  15. O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
  16. O crente pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
  17. Para o crente, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.
  18. O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
  19. Os crentes aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
  20. Os crentes foram transformados do mundo; os discípulos transformaram, transformam e transformarão o mundo.
  21. Os crentes esperam milagres; os discípulos os fazem.
  22. O crente velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
  23. Os crentes se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
  24. Os crentes são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
  25. O crente cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
  26. O crente se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.
  27. O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
  28. A meta do crente é ir para o Céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o Céu.
  29. O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
  30. O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
  31. O crente espera um avivamento; O discípulo é parte dele.
  32. O crente agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros.
  33. O crente longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
  34. Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz.
  35. O crente é sócio; o discípulo é servo;
  36. O crente cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
  37. O crente é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis.
  38. O crente responde talvez... o discípulo responde eis-me aqui.
  39. O crente preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo prega e faz outros discípulos.
  40. O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
  41. O crente é pastoreado como ovelha. O discípulo ajuda a apascentar os cordeiros.
  42. O crente se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo (os demônios).
  43. O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
  44. Os crentes se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.
  45. Ao crente é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; O discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a Glória de Deus.
  46. O crente segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou.
  47. O crente espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle.
  48. O crente não se relaciona com membros de outras igrejas; o discípulo ama a todos pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
  49. O crente procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
  50. O crente espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor. "...Aviva ó Senhor, a Tua Obra..." - Habacuque 3:2"
Querido irmão, querida irmã. Grife as máximas que mais falaram ao seu coração. Ore e procure agir de modo que Você seja um DISCÍPULO DE JESUS e não apenas um crente.

Fonte: www.ievy.com.br
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