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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

"Pelos Seus Frutos Os Conhecereis"

Deus quer um POVO santo, não uma instituição religiosa humana. A Igreja profética é um POVO que guarda os princípios de Deus, não um CNPJ e seu corporativismo, como muitos líderes andam sustentando. Olhe para a imagem... no final das contas, não importa a igreja, cada um aja de acordo com a luz que recebeu, porque "pelos seus frutos os conhecereis".


quarta-feira, 23 de março de 2011

Solidão Profética


Por Ariovaldo Jr.

Profetas tendem a serem pessoas solitárias. Simplesmente por que não é fácil compartilhar visões com aqueles que procuram razões onde elas não existem. Como se todo visionário tivesse um plano detalhado de como trazer à realidade tudo aquilo que sonhou.

Em um mundo de incertezas, o profeta é dominado pela convicção. No meio à miopia generalizada, discerne o que apenas para si é óbvio. Uma pena que discernir é uma coisa… explicar a outros é outra completamente diferente.

Um aspecto importante dos profetas é que possuem a tendência a machucarem pessoas. Seja por intermédio de suas palavras ou da tendência quase suicida comum a todos eles. Dar a vida por algo que ninguém compreende é coisa de gente obstinada. Nem mesmo o próprio Cristo, o auge histórico da misericórdia na humanidade, foi capaz de poupar sua própria família. Sua mãe e irmãos tiveram que padecer o mesmo que todos os demais meros mortais em qualquer favela brasileira. Tiveram que suportar a dura realidade de perder um filho/irmão para a violência gratuíta. Portanto, faça as contas. Pra ser uma voz profética, terá que entristecer aqueles que ama.

Sempre houve uma categoria safada, composta por aqueles que adoram serem chamados de profetas. Mas a palavra que representa melhor a estes é “pilantras”. Dizem palavras genéricas e direcionadas aos ouvidos daqueles que as procuram. São como cacos de vidro enroladas em carne fresca, jogadas aos cães para que morram logo.

O apóstolo Paulo diz que bom seria que todos profetizássemos. Será que ele tomou demais do remédio que indicou a Timóteo para curar seus problemas estomacais ou simplesmente acreditava que amar é morrer e às vezes machucar pessoas, se necessário.

Se pretende escolher o caminho dos profetas para si, faça as contas antes. Por que alguns caminhos não tem volta.

[Grifos meus]

Fonte secundária: Pão&Vinho. Fonte: Ariovaldo Jr.

Nota: Hoje muito é ensinado aos cristãos sobre como falar, ter cuidado no falar, para não machucar os corações. O que dizer de um coração orgulhoso? É muito fácil machucar um coração que é assim. Se nos é dito para poupar os corações, como os corações orgulhosos serão curados? Ora, orgulho, segundo a Palavra, é pecado. Sei que muitos líderes têm uma resposta eufêmica para isso. Mas qual seria a resposta do Verdadeiro Exemplo, Jesus? Ele sabia dosar piedade e justiça nos Seus conselhos e repreensões. Poupou o coração de Pedro quando o chamou de Satanás? Poupou Seus próprios líderes judeus quando os chamou de sepulcros caiados? Poupou sua mãe e seus irmãos quando disse que Sua verdadeira família são aqueles que ouvem e fazem a vontade do Pai? Precisamos refletir sobre as ações de nossos líderes hoje. Temos verdadeiros cristãos profetizando verdade aos líderes. Mas estes ignoram. Conhecem a vida dos profetas, do Mestre, e sabem que foram pessoas "controversas", polêmicas. E assim também acusam os fiéis à Palavra hoje. Interessante o texto acima que diz que o profeta é obstinado. Mas para os líderes, obstinação é uma palavra onde eles não conseguem encontram nenhum significado positivo, quando isso implica em renúncia ao seu próprio orgulho. Esses líderes preferem estar nos púlpitos pregando sermões repetitivos, discursos genéricos que satisfazem o que o povo quer ouvir, que dizem ser cristocêntricos, mas neles não há transformação eficaz, lembrando que pregar Jesus Cristo é sinônimo de pregar transformação prática. Principalmente hoje, quando muito se fala em REAVIVAMENTO E REFORMA, creio que a principal reforma que deve ocorrer na Igreja é parar de poupar os líderes superficiais, quantitativos, que falam muito e pouco fazem NA VIDA PRÁTICA DAS OVELHAS. Parar de tentar tapar o sol com a peneira, ocultando dos membros os escândalos. A Igreja julga necessário esse ocultamento por temer um êxodo de membros. Mas reflita sobre isso: o que produz mais frutos para o Senhor: uma gireja com 10 membros que adoram em espírito e em verdade ou aquela com 100 membros que acham que frequentar uma igreja é frequentar um clube social? Será que os líderes estão seguindo o caminho certo, ao assim proceder e ensinar? Onde fica a importância da preservação da doutrina, da verdade? [CláudioCMSJ]

terça-feira, 8 de março de 2011

Hipocrisia: Cristãos Promovendo o Pecado

Por esses dias, época de carnaval, indo para o trabalho, passei próximo a uma loja de roupas e variedades, pela qual passo todos os dias, pois fica bem no ponto de ônibus que utilizo. E olhando para a vitrine, dei de cara com manequins exibindo máscaras e fantasias de carnaval. Fiquei surpreso por se tratar de uma loja cujos proprietários são "evangélicos". Tanto que é possível comprar ali Bíblias e diversos artigos cristãos. Isso me fez refletir e, no mesmo instante, pedir que minha esposa tirasse umas fotos daquela cena revoltante. No decorrer dessa postagem, você verá as fotos.

"E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?" (II Co 6:15)

Não precisamos ir tão à fundo na Bíblia para saber que, vendendo essas coisas, estamos incentivando o pecado do próximo e consequentemente incorrendo em pecado também.

"Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue, da tua mão o requererei." (Ez 3:18)


A lei de Deus se resume numa só palavra: amor. Tanto no Antigo, quanto no Novo Testamento. Jesus, sintetizou e "ampliou" a lei, na forma dos Dez Mandamentos, em dois mandamentos sucintos. Vejamos apenas o segundo, que é o que nos interessa no momento:

"Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o SENHOR." (Lv 19:18)


"E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes." (Mc 12:31)

Tendo em vista o referido mandamento, e utilizando a lógica, podemos nos fazer duas perguntas: (1) como posso amar alguém se não amo a mim mesmo?; e (2) se devo tratar o meu próximo como eu mesmo gostaria de ser tratado, é correto induzir esse próximo em pecado que eu próprio não cometeria?

Perceba os chifres no manequim do meio.

Querido leitor, estamos vendo aí esses chamados "cristãos" agindo conforme o ensinamento hipócrita que recebem em suas igrejas, o que cumpre fielmente a profecia que diz:
"E sete mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio." (Is 4:1)

Se você não conhece esta profecia, clique aqui para obter uma explicação detalhada. Mas, em resumo, essas mulheres simbolizam igrejas que se desviaram da verdade, pois honram a Deus com seus lábios, mas os seus corações estão longe dEle (Mt 15:7). Por isso, os "cristãos" que nelas congregam não poderiam agir com menos hipocrisia.

Esse povo que clama pelo poder de Deus, que se proclama povo de Deus, mas, sendo conivente com o pecado, envergonha o seu Criador.

"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4:23-24)


quarta-feira, 2 de março de 2011

Restauração da Verdade

Depois de um bom tempo ausente, começo aqui uma série de postagens contendo comentários sobre alguns pontos que considero mais relevantes na leitura que estou refazendo dos capítulos finais do livro O Grande Conflito, da escritora cristã Ellen G. White.

Hoje, comento o capítulo 26, Campeões da Verdade. Com certeza, este é um dos meus capítulos favoritos, pois, como seu próprio titulo alude, fala a respeito da verdade. Não de meias-verdades, mas da VERDADE. E sempre que se fala sobre essa palavra tão poderosa e importante, não consigo deixar de pensar no oposto dela: a MENTIRA. E esta última, na maioria esmagadora das vezes, apresenta-se disfarçada.

Claro! É óbvio! Nenhuma mentira é criada para ser rotulada como mentira, mas, sim, para ser aceita como uma verdade. E, se for bem elaborada, essa falsa verdade pode ser aceita e difundida por muitos indivíduos, até mesmo, gerações de indivíduos, o que a tornaria num paradigma, isto é, um modelo sobre o qual a sociedade se basearia para construir outras supostas verdades. Então, teríamos aí uma cadeia de mentiras, transformando o mundo. É por isso que a mentira é tão perigosa e tão condenada por Deus em Sua Palavra. Prova disso é que, no único trecho da Bíblia escrito pelo dedo de Deus, os Dez Mandamentos, há um mandamento específico para a proibição da mentira: o nono, que se encontra em Êxodo 20:16; por isso também, este blog se dedica a destruir os paradigmas baseados em mentiras.

Meu objetivo hoje não é esgotar o assunto acerca da mentira, mas me especializarei em falar, de forma bem prática e dentro do cotidiano, sobre a mentira que existe no seio da Igreja. Isso mesmo, no meio do professo povo de Deus.

Em O Grande Conflito, capítulo 26, quarto parágrafo:

"É dada a ordem: 'Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a tua voz como a trombeta, e anuncia a Meu povo a sua transgressão, e a casa de Jacó os seus pecados'."

Esse é um texto bíblico que me impressiona bastante, cada parte, pois é forte. É imperativo, enfático e insistente, basta ler com atenção. O que me impressiona mais é o fato de ser uma ordem a ser cumprida "contra" a casa de Jacó. E podemos inferir que justamente por isso o texto é tão forte, pois ao longo de toda a Bíblia, vemos Deus executando Seus juízos primeiramente pelo Seu povo, e de forma mais exigente, pois, em tese, são mais conhecedores da verdade.

"Aqueles que o Senhor designa como 'Meu povo' devem ser reprovados por sua transgressão - e esta é uma classe que imagina estar fazendo corretamente o serviço de Deus. Mas a repreensão solene dAquele que perscruta os corações, prova que eles se acham a calcar a pés os preceitos divinos."

Mais um motivo para a severidade da ordem a ser cumprida: trata-se de uma classe de pessoas que carrega um Nome, que é acima de todo nome, investida de autoridade e que, por isso, não abaixa a cabeça tão fácil diante de uma repreensão. Pelo que já escrevi até agora, acho que não está difícil pra mim, nem pra você que lê, imaginar essas questões no tempo presente, na Igreja de hoje. Será que você já enfrentou a situação difícil de ter de alertar um líder cristão sobre um erro que ele estaria cometendo e ser rejeitado, mesmo sendo evidente e claro o referido erro? Será que escrevo agora para algum irmão ou irmã que já foi rejeitada por todo um grupo de pessoas que comungam da mesma fé por causa dessa postura? Em qualquer caso continue lendo.

Parágrafo quinto:

"O profeta aponta assim à ordenança que tem estado esquecida: 'Levantarás os fundamentos de muitas gerações, e serás chamado reparador de brechas, e restaurador de veredas para que o país se torne habitável'."

Acho, no mínimo, intrigante a forma como muitos cristãos hoje facilmente trocam o que está escrito pelo "eu acho...", "eu penso...". Incluo também membros da alta administração da Igreja nessa observação. Isso se vê mais em questões administrativas da Igreja, como nas eleições dos oficiais, nas questões de disciplina eclesiástica, etc., "justamente" porque são situações que põem à prova o caráter, a índole do cristão e sua fidelidade à verdade, quando, por exemplo, um grupo de cristãos "bonzinhos" (às vezes, até com anuência do pastor) preferem passar por cima da doutrina e de normas administrativas para "poupar" determinado irmão da "punição". Esta é uma boa situação para analisarmos com calma, pois vamos destruir vários paradigmas aqui. Perceba que, no exemplo citado anteriormente, coloquei algumas palavras entre aspas. É nelas que vamos nos deter um pouco.

Primeiramente devemos saber que existe uma diferença básica entre o cristão BONZINHO e o cristão BOM. O bonzinho é aquele que diz amém pra tudo, em nome da boa convivência. É um apaziguador. Pode até ser fervoroso (na aparência), mas não adora a Deus em espírito e em VERDADE, nem o poderia, pois a lei de Deus não está escrita em seu coração e, por isso também, não entende o que vem a ser negar a eficácia da piedade, de acordo com II Timóteo 3:5; demonstra apenas uma aparência de misericórdia, segundo valores puramente humanos, construídos em cima de uma relação mística com Jesus e Seus ensinamentos e em cima de paradigmas inválidos, herdados de uma sociedade relativista, ou seja, onde cada um tem sua verdade, baseada na "achologia". Onde fica o "assim diz o Senhor"?

O cristão bom é totalmente o oposto do bonzinho. Ele sabe o que é amar de verdade, pois experimenta o amor de Deus em sua vida, no qual misericórdia e justiça são inseparáveis. Ele entende que Deus o perdoa de todos os pecados, mas que antes executou Sua justiça em Cristo, o qual foi condenado e morto em cumprimento à toda a lei, honrando e engrandecendo a lei, tal é a importância da mesma. O cristão bom não diz amém pra tudo, pois não está do lado do irmão "A", "B" ou "C", mas, sim, do lado da verdade. Entende, pelos olhos da fé, que deixar o pecado de lado em favor do pecador, não é misericórdia, é rebaixar a norma, é "calcar a pés os preceitos divinos", é colocar em risco o discernimento, o crescimento, o discipulado de outros irmãos.

O cristão bom não é um apaziguador, que apenas ameniza o conflito, mas sem ter o compromisso com a exaltação da verdade e repreensão do erro. Ao invés disso, ele é um pacificador, pois semeia a paz, porém não a paz como os homens conhecem (que é somente a ausência de conflito), e sim, a paz de Deus, a verdadeira paz de espírito; ele ama o pecador, mas, assim como Deus, repudia o pecado e, por isso, chama o pecado pelo nome, num gesto de disciplina, que também é amor. Ele entende que disciplina, ao contrário do que o mundo e a própria Igreja estão ensinando hoje, é uma palavra positiva, e não negativa, e expressa amor.

"Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso e arrepende-te." (Ap 3:19)

É por isso que os filhos de Deus, conforme o texto supra, são chamados de reparadores de brechas e restauradores de veredas. Estão no mundo para dar o sentido correto aquilo que foi distorcido, para serem luz.

Temos algo curioso para analisar. O povo adventista do sétimo dia já foi conhecido como o povo da Bíblia. Mas o que é a Bíblia? Trata-se de um livro majoritariamente composto de vários tipos de normas para a vida cristã. Para os que amam a Deus, é motivo de alegria, de esperança, de transformação, de paz. Para o mundo, motivo de ódio, pois é um espelho que revela a podridão do seu caráter. E nós, chamados povo de Deus, insistimos com o mundo que essas normas devem ser guardadas a todo custo, pela fé, por mais loucas que pareçam. E o mundo nos chama de fanáticos, de perfeccionistas. Vimos aí duas classes de pessoas bem distintas.

Por outro lado, numa esfera menor, dentro da Igreja, temos duas classes bem distintas também: os cristãos bonzinhos e os cristãos bons. Lembra? Uns, em nome de um amor equivocado, "cuidam" dos irmãos, os "protegendo", "poupando" de certas normas de conduta cristã, as quais julgam ser severas demais, ou mal interpretadas e, fazendo assim, colocam-se num altar como sendo mais misericordiosos que o próprio Deus. Todavia, os outros, os cristãos bons, são chamados de fanáticos, ríspidos, severos, perfeccionistas, por falarem "demais" sobre normais e leis. Você vê alguma semelhança entre as duas classes de pessoas mencionadas no parágrafo anterior e as duas últimas classes que vimos agora? Tenho certeza que sim.

Parágrafo décimo quarto:

"A razão pela qual Ele não escolhe mais vezes homens de saber e de posição para dirigir os movimentos de Reforma, é que estes confiam em seus credos e sistemas teológicos, não sentindo que necessitam ser ensinados por Deus."

Na verdade, o que observo é que estes homens "de saber" crêem sim estarem sendo ensinados por Deus. O que eles não crêem é que homens simples possam estar sendo guiados por Deus para lhes darem repreensões severas sobre coisas tão óbvias, porque sendo óbvias teriam percebido por si sós o próprio engano". Parece que humildade e obediência realmente acabam sendo mais importantes que o saber. Daí podemos inferir mais uma vez, a importância da fé, que é o crer incondicional no Criador, mesmo que o objeto dessa crença pareça loucura. Lembro-me que as coisas de Deus parecem loucura para os que não se esvaziam de sua própria justiça e não se deixam guiar pelo Espírito Santo.

Querido leitor, poderia me demorar ainda muito mais nesse assunto, mas não quero tornar essa leitura ainda mais cansativa para você. Mas, em tempo e em poucas palavras, quero dizer-lhe que esta postagem acabou sendo longa, porém necessária, por causa da incrível necessidade que muitas pessoas têm de se falar de forma bem clara, sendo até repetitivo, quanto a assuntos que deveriam ser tão básicos. Mas, infelizmente para os que se perdem e felizmente para os que buscam a salvação todos os dias, o discernimento sobre esse assunto se dá espiritualmente e depende do coração (mente) de quem lê: se bom, produz arrependimento, se mau, produz repúdia.

Quero frisar também, antes de terminar, que me detive nos exemplos de disciplina eclesiástica unicamente por ser a situação que mais presenciei na Igreja para retratar o tema exposto nesta postagem. Mas existem outras situações várias. Procurei focar também na necessidade de se falar a verdade e da aplicação da misericórdia juntamente com a justiça, que constituem amor, mas não foquei na maneira como esses princípios devem ser aplicados. Talvez isso possa ser tema de uma outra postagem. Tudo deve ser feito com amor (I Cor 13), lembrando que o amor é uma liga inseparável e igualitária entre misericórdia e justiça.

Também não foi meu objetivo aqui ofender a Igreja ou pregar contra esta instituição divina. Na verdade, é profética a decadência moral da Igreja nos últimos dias (leia-se: hoje) e se o que falei e a forma como falei são errados, apenas fiz o que os profetas, apóstolos e o próprio Mestre fizeram: começar a justiça dentro do arraial do povo de Deus. E também há um certo corporativismo por parte dos líderes investidos da Igreja em defender a instituição, mesmo quando errada, e isso em detrimento da fé dos irmãos. A estes gostaria de lembrar que a Igreja dos últimas dias (leia-se: hoje) não é uma instituição, mas um povo eleito, fiel à verdade, não preso à denominações humanas corruptíveis.

No tema de hoje, falei sobre algo aparentemente não grandioso. Eis aí o engano! Talvez as maiores mentiras (entenda-se: paradigmas falsos) de Satanás residam nas "pequenas" coisas que tratamos aqui, na vida prática dos cristãos dentro de suas igrejinhas.

Falo porque o Espírito me comove à falar. Ai de mim se não falar. Que Deus seja louvado. Amém!

terça-feira, 7 de abril de 2009

O Ultrapresidencialismo de Lula

"A explosiva popularidade do presidente Lula é o último prego no caixão do sistema político brasileiro.

"À exuberância de Lula depois de cinco anos de relativo progresso brasileiro, ao qual ele, como presidente, obviamente contribuiu, junte-se a urgência da crise econômica, que enche de poder os Poderes Executivos no mundo inteiro, e a descida cada vez mais funda aos infernos do Congresso nacional.

"O resultado é o presidente mais poderoso do ciclo político atual, inevitavelmente comparável a Vargas, para o bem e, esperemos, não para o mal..."

Leia mais deste interessantíssimo artigo aqui.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O papa e a volta de Jesus

As catástrofes em nível mundial junto com guerras e confitos armados podem ser entendidos como sinais da volta de Jesus? Para o papa Bento XVI, não! O site Zenit trouxe a afirmação do pontífice, feita no último domingo (14 de dezembro), de que devemos nos alegrar no Senhor, uma vez que Ele "está próximo [...] Esta é a razão da nossa alegria [...] ‘o Senhor está próximo’? Em que sentido devemos entender esta ‘proximidade’ de Deus [...] a Igreja, iluminada pelo Espírito Santo, compreendia cada vez melhor que a ‘proximidade’ de Deus não é uma questão de espaço e tempo, mas uma questão de amor: o amor aproxima!"

Em nome de um amor subjetivo, Bento XVI lança por terra toda a preocupação de nosso Salvador em apresentar os sinais de Sua vinda (Mt 24), pelos quais nos é possível vigiar a respeito da proximidade da segunda vinda. A volta de Cristo não é apenas a união mística do crente com Deus, expressa pela comunhão diária; o evento será visível mesmo aos que não têm fé na pessoa de Jesus (Ap 1:7). Jesus virá em glória nas nuvens do céu (Mt 24:30) e Seus anjos recolherão os escolhidos (Mt 24:31). As mudanças climáticas, geológicas e físicas transtornarão a ordem natural que conhecemos (2Pd 3:10). Os próprios injustos sofrerão da penalidade que consiste em estar diante de um Juiz Santo (Ap 6:15-17).

Em suma, o "dia do Senhor" é muito real, não uma metáfora espiritual. Pensar o contrário é não "amar a Sua vinda" (2Tm 4:8). Pena que o papa reduza a responsabilidade pessoal de se preparar diante da iminência da volta de Jesus por causa de um suposto amor, tão vago e despreocupado com "espaço e tempo".

(Questão de Confiança)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Carteiro que escondia correspondência vira herói nos EUA

Ele cometeu um pecado capital para a classe dos carteiros: durante sete anos, Steven Padgett se recusou a entregar cartas a moradores de Raleigh (Carolina do Norte, EUA).

Não eram cartas comuns, mas catálogos, propagandas e anúncios não solicitados. Ele escondia essas correspondências em sua garagem ou as enterrava em seu quintal. Como ninguém sentia falta das propagandas que Steven não entregava, o plano só chamou a atenção quando vizinhos começaram a perceber o acúmulo de cartas.

Steven, de 58 anos, foi condenado a três anos de prisão em regime aberto, 500 horas de serviço comunitário e deverá pagar uma multa de US$ 3 mil.

O advogado de defesa disse ao "Los Angeles Times" que Steven, que sofre de diabetes e problemas no coração, sentia-se sobracarregado com o excesso de correspondências que eram enviadas por mala-direta.

O serviço postal dos Estados Unidos comunicou centenas de moradores de Raleigh sobre o ocorrido, mas apenas uma pessoa respondeu. Kenna Reinhardt disse que Steven não deveria ser condenado, mas, sim, condecorado como um herói. "Em vez de incomodar as pessoas, ele fez seu trabalho melhor do que ninguém", disse Kenna, em uma carta.

Outros moradores se manifestaram na imprensa. Leitores do "Raleigh News & Observer" aprovaram a conduta de Steven. "Steven para presidente", escreveu um deles.

Outro leitor propôs dar ao ex-carteiro um emprego na área de telefonia, para que ele "dê um jeito nas ligações indesejáveis". (G1)

Fonte: www.diariodopara.com.br

Nota: O sistema de governo capitalista torna as pessoas egoístas, hipócritas e rebaixa a moral, pois nesse sistema, o dinheiro vale mais do que a dignidade, do que as pessoas, e, como conseqüência, as leis tornam-se fiéis protetoras do dinheiro. Quem proteje as pessoas, prejudica o lucro dos outros e comete crime. Transformaram o bem em mal e o mal em bem. [Cláudio]

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Mudança na legislação confirma ensino de Ellen White

O Conselho Estadual de Educação determinou uma mudança na legislação. A partir de 2010, as crianças só podem ingressar no Ensino Fundamental se completarem seis anos até 30 de junho do mesmo ano. O objetivo com a nova regra é que todos os estudantes do primeiro ano tenham pelo menos seis anos, o que acaba com a idéia de colocar crianças muito novas na escola.

Alunos das escolas particulares do Estado de São Paulo que entraram antes da idade estipulada na legislação, terão que ou se afastar dos estudos ou repetir o ano para completar os seis anos de idade. Isso afetaria as crianças que atualmente estão matriculadas na escola e tenham três anos ou menos. Na antiga regra, os estudantes tinham que completar a idade correta até 31 de dezembro. O Ministério da Educação confirma que, atualmente, cerca 129 mil crianças com menos de quatro anos estão matriculadas em escolas particulares.

Segundo o líder de Educação para as escolas adventistas do Estado, Orlando Mário Ritter, a legislação coincide com aquilo que a escritora e educadora Ellen White já comentava há um século em seu livro Educação. “Essa foi uma excelente determinação. Coincide com o discurso de White de que as crianças devem permanecer mais tempo com os pais e por isso não é bom que a criança entre muito cedo na escola. Esse tempo que a criança fica mais em casa é essencial para os pais educarem seus filhos”, analisa.

(Suellen Timm)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Ellen G. White e o Relatório Veltman

Muitos críticos de Ellen White usam o Relatório Veltman - Um documento publicado pela própria Igreja Adventista do Sétimo Dia, refletindo uma pesquisa científica sobre as bases literárias de Ellen G. White - para tentar acusá-la de plágio, bem como tentar minar sua inspiração profética.
Os perseguidores da Igreja Adventista do Sétimo Dia têm alardeado este relatório como sendo seu Santo Graal. Segundo eles, Fred Veltman teria "desmascarado" o dom profético de Ellen G. White, "provando" que seus escritos foram plágios deslavados de diversos autores de sua época. Segundo alguns sites, nada discretos em seu ódio contra a IASD, o livro "O Desejado de Todas as Nações" teria sido constituído de plágios inclusive de literatura de ficção.

Em um enredo digno de "Arquivo X", os avessos à Ellen White dizem que, apesar de publicado em um veículo oficial da IASD, o relatório foi mantido em segredo dos membros da mesma por desde então. O "Relatório Veltman" tem soado, no meio da dissidência Adventista, algo como "O 4º segredo de Fátima".

Haja vista a gravidade das acusações, sobretudo a roupagem pseudo-acadêmica que reveste os axiomas do artigo da Wikipédia (essa mesma!) encontrado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Veltman_report, fiz uma breve pesquisa, diretamente nas fontes.

De fato, existe um relatório produzido pelo Dr. Fred Veltman, Ph.D, então diretor do departamento de Religião do Pacific Union College, em Angwin, Califórnia. O Dr. Veltman se dedicou à pesquisa das bases literárias da Sra. White e o seu uso nas obras da mesma. Este relatório deu origem à uma série de 4 artigos, nos meses de setembro à dezembro de 1990, na revista Ministry, veículo oficial da Associação Geral da IASD.
As conclusões, a partir da leitura do material, são bastante claras:

1. Fica bastante latente que o Dr. Veltman não procurou desmascarar Ellen White. Ele conduziu a pesquisa justamente com o objetivo contrário - o de esclarecer os fatos por trás dos burburinhos a respeito da bibliografia da obra da Sra. White.

2. Todos os textos usados pelos críticos da IASD, pelo menos em uma análise superficial, de fato existem - mas foram justamente arrancados de seu contexto e postos de uma forma que os fazem soar em um tom inverso da leitura geral do relatório.

3. A conclusão final do Dr. Veltman sobre as acusações de plágio é justamente o contrário do que os críticos têm apontado:
"As I pointed out in my report, the investigation did not treat the issue of plagiarism. While we cannot settle that issue here, nor do I wish to minimize its importance, my personal opinion is that she was not guilty of this practice"
(VELTMAN, 1990, p. 14).

Em uma tradução livre:
"Como eu ressaltei em meu relatório, a investigação não se trata da questão de plágio. Enquanto nós não podemos liquidar esta questão aqui, nem desejo eu minimizar sua importância, a minha opinião pessoal é que ela não é culpada de tal prática"
(VELTMAN, 1990, p.14).

A frase de mais forte dos críticos, extraída da edição de dezembro de 1990 da revista Ministry, é a seguinte (com a tradução dos próprios):

"Eu tenho que admitir para começar, que no meu julgamento esse é o mais sério problema para enfrentar com referência à dependência literária de Ellen White. Isso atinge o coração da sua honestidade, sua integridade e portanto da sua honrradez"
(VELTMAN, 1990, p. 14).

Esta frase, na realidade, é a resposta à uma pergunta da própria revista, conforme segue:

"Como você [Veltman] harmoniza o uso das fontes por Ellen White com seus enunciados em contrário? Você pensa que a declaração introdutória do Grande Conflito constitui uma admissão adequada de dependência literária?"
(VELTMAN, 1990, p. 14).

O interessante é que esta é a pergunta número 3. Na pergunta 1, Veltman (1990) já havia revelado que acreditava na inspiração divina da Sra. White. Na pergunta 2, o pesquisador também declarou (conforme texto já citado no início) que não culpa Ellen White de qualquer tipo de plágio. Ou seja, o sentido da frase foi alterado por sua remoção do contexto.

Se você tem conhecimento de inglês e alguns minutos livres, confira pessoalmente os exemplares, no site http://www.adventistarchives.org/docs/MIN/MIN1990-10/index.djvu. Neste endereço, logo após o "1990-", altere para o mês desejado (neste caso, o mês indicado é outubro). Você precisará do programa leitor do formato "djvu" para abrir as edições - bastante semelhante ao formato PDF da Adobe, que necessida doReader. Ele está disponível em http://www.lizardtech.com/download/

Na odisséia eletrônica pela mínima decência na Wikipédia, alterei o artigo em referência e, para surpresa minha, 24h depois ninguém ainda reverteu as alterações. O autor do artigo crítico original? Abviana - ele mesmo (leia a matéria anterior, para saber mais).

Espero que esta reflexão tenha auxiliado você na "garimpagem" da verdade, em meio a tantos sutis engodos.

"Crede no Senhor Deus e estareis seguros; crede em Seus profetas, e prosperareis"
II Cr 20:20.

Fonte: http://emdefesadaverdade.blogspot.com/

Direitos humanos para humanos direitos!

Carta enviada de uma mãe para uma mãe em SP, após noticiário na tv:
De mãe para mãe...

Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.

Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...

Eu também sou mãe e,assim, bem posso compreender o seu protesto... Quero com ele fazer coro.

Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo.

Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Olhe você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma videolocadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.

No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo... Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu? Que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.

No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas 'Entidades' que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto e talvez me indicar 'Os meus direitos'!

Fonte:
Mensagem eletrônica circulante na Internet por e-mail

Nota: Esta inversão de valores mora bem perto de todos nós e as evidenciamos todos os dias, porém ficamos inertes. Ela é mais um sinal contundente de que a volta de Jesus está bem mais próxima do que pensamos. [Cláudio]

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Assembléia aprova fim do comércio aos domingos

Postado originalmente por Michelson Borges no blog Criacionista.

Lojas de departamentos, supermercados e hipermercados que fazem parte de redes não poderão mais abrir suas portas aos domingos e feriados. É o que prevê um projeto de lei aprovado [dia 9] por unanimidade na Assembléia Legislativa [do Espírito Santo]. Para o estabelecimento que não cumprir as regras, o projeto prevê multa de R$ 18.113,00 para o comerciante e, para casos de reincidência, fechamento administrativo por 30 dias. A deputada Janete de Sá (PMN), autora do projeto, estabeleceu ainda que o horário de funcionamento desses comércios, inclusive os supermercados, deverá ser de segunda-feira a sábado, das 8 às 22 horas.

Segundo o projeto, para aplicação da lei entende-se por "redes" as empresas que possuem mais de duas filiais no Brasil ou no exterior. "O projeto vai ao encontro dos anseios mais profundos da classe comerciária e dos pequenos, micro e médio comerciantes de bairro e de rua", diz Janete. Ela acredita que a matéria beneficia os empregados. "O trabalhador que é obrigado a comparecer ao serviço fica privado do convívio familiar, não efetua vendas e não recebe pelo dia trabalhado", avalia a deputada.

Janete defende que sua proposta é constitucional, mesmo tendo ouvido argumentos contrários por parte dos empresários. "Nem tudo no Brasil, na ótica constitucional, é rígido. A propriedade, o mais absoluto dos direitos, desde o Império Romano, hoje deve ser exercida conforme sua função social", rebate a parlamentar.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deu parecer pela constitucionalidade e a de Finanças pela rejeição da proposta. Para entrar em vigor, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Paulo Hartung (PMDB), mas antes será analisado pela Procuradoria Geral do Estado. ...

(Força Sindical)

Nota: Interessante que o argumento da deputada Janete é o mesmo do papa: o domingo é o "dia da família". Esse é apenas um ensaio localizado do que virá em âmbito global...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A Volta


Postado originalmente pelo Douglas Reis em seu blog: http://questaodeconfianca.blogspot.com/.

As mulheres estarão estendendo as roupas no varal. Os homens acelerando os motores de seus carros. O trânsito nas grandes cidades amanhecerá caótico. Alguém no ônibus olhará para o relógio, enquanto duas estudantes revisam a matéria para a prova.

Mas então surge a pequena nuvem. De alguma maneira, a núvem rouba as atenções. Todos se esquecem de seu caminho para observar a rota da núvem, que cresce e passa a brilhar.

É solene o acorde de trombetas. É magnífico o brilho dos cavaleiros celestiais, anjos invadindo o céu de trivialidades atmosféricas.

Bem no centro, assentado em algo semelhante a um trono, o Verbo-Deus segura o Seu cetro. Todo o mais pára. O mundo não se importa com rotinas, compromissos, programações, nada. Porque tudo perde o frescor de seu sentido. O que existe é Jesus vindo. Jesus! O Príncipe do Universo e da História. O Salvador e Juiz. O Homem e Deus.

De hoje em diante, o que era comum não existe. Tudo acaba para ser refeito. E somente alguns estarão entre aqueles que desfrutarão do Novo Governo: homens e mulheres que aguardaram a núvem trazer o Salvador de suas vidas.

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Nota: quem está acompanhando os noticiários (TV, rádio, Internet...) e observando a atual conjuntura do mundo, sabe que o fim está bem mais próximo do que imaginamos. Irmãos, é com muito prazer que lhes anuncio: PODEM COMEÇAR A SONHAR E SORRIR, O SOFRIMENTO VAI ACABAR, A DOR JÁ VAI PASSAR, JESUS ESTÁ VOLTANDO!!! [Cláudio]
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