quarta-feira, 10 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Tornado de Fogo
Maior rio da Ásia vermelho como sangue e agora uma coluna de fogo na Austrália. Coincidência? Ou sinais do fim dos tempos?
Fim dos Tempos: Raro tornado de fogo atinge região central da Austrália
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Isaac Newton: Fé e Física
Hoje, a revista Super Interessante "tweetou" um artigo intitulado "Isaac Newton: Fé e Física". Como sou apaixonado por essa revista e de temas relacionados à Ciência, religião e a esse brilhante cientista, me apressei em ler. Na página do artigo, me deparei com esse texto introdutório que me deixou indignado: "Isaac Newton, quem diria, era um religioso fanático, obcecado por experiências místicas. E esse lado oculto foi essencial para ele se tornar o pai da ciência moderna.".
"Religioso fanático", "obcecado", "lado oculto"? Uma pessoa não pode simplesmente considerar a religião como algo essencial para a vida, assim como outras pessoas "normais" consideram, por exemplo, o trabalho assim, tanto que acabam se tornando pessoas antissociais e destruindo seus relacionamentos?
Sei que escrevo para vários tipos de leitores, incluindo aqueles que dispensam apresentações sobre Isaac Newton, mas, também, para aqueles que pouco ou nada sabem sobre ele. Por isso, antes de criticar os pontos, colocados pela revista, como sendo "esquisitos", de Newton, vou citar os reconhecidos méritos do cientista, que também são aludidos pela mesma:
• "O homem que descobriu a gravidade e as leis do movimento, criou a ótica e reinventou a matemática...";
• "Passou a vida estudando a Bíblia para prever quando Jesus voltaria à Terra.";
• "Com a Lei da Gravitação Universal, Newton provou que todos os corpos do Universo, seja a Lua ou uma maçã, obedecem à mesma força de atração.";
• "Aos 13, leu Os Mistérios da Natureza e da Arte, de John Dare, livro que copiou quase inteiro e usou como fonte de inspiração.";
• “'Ele encarava o aprendizado como uma forma de obsessão, uma busca a serviço de Deus', afirma James Gleick, autor de Isaac Newton.";
• "... começou a aparecer na cena acadêmica da Inglaterra com a criação de um telescópio de reflexão ... capaz de mostrar Júpiter e suas luas. O aparelho virou febre nas reuniões da Royal Society ... Depois, Newton ... decidiu encaminhar à sociedade um texto sobre a Teoria das Cores. Com o artigo, o mundo ficou sabendo que a cor branca era a soma de todas as outras – e o prisma era capaz de separá-las ... e Newton, aos 29 anos, acabou virando membro da Royal Society, do qual seria presidente.";
• "Foi ele quem fez da ciência um sistema de lançar hipóteses que precisam ser verificadas na prática e matematicamente. É assim, usando o método newtoniano, que nós pesquisamos e pensamos hoje.".
"No caso de Newton, o misticismo e a religião não só conviveram com a ciência como a fortaleceram. 'Seu mergulho profundo nas experiências alquímicas e nas raízes da teologia pode ter influenciado seus pensamentos a respeito de uma visão mais ampla do Universo', afirma Michael White, autor da biografia Isaac Newton – O Último Feiticeiro."
Concordo. Realmente a fé em Deus amplia os horizontes de quem crê e oferece mais respostas do que perguntas, ao contrário da Ciência.
"Newton morreu afirmando que o movimento e as órbitas dos planetas eram definidos por Deus, assim como a composição da matéria. 'Se os homens, animais etc. tivessem sido criados por ajuntamentos fortuitos de átomos, haveria neles muitas partes inúteis, aqui uma protuberância de carne, ali um membro a mais. Alguns animais poderiam ter um olho só, outros, mais dois', escreveu."
O brilhante cientista não somente acreditava em Deus, mas cria também que suas descobertas eram fruto do auxílio divino e, justamente por isso, colocava com afinco sua ciência a serviço dEle. Ele também acreditava que sua FÉ era a RAZÃO de seu sucesso. Fica evidente também que Newton não conseguia conceber outra forma de todas as coisas terem vindo à existência senão por intermédio do poder criador de um ser inteligente e supremo. Mesmo antes de a teoria surgir, parece que Newton já era adepto do Design Inteligente.
"Científico e religioso, ele fez da matemática um modo de estudar a Bíblia. Fazia cálculos imensos para confirmar as histórias bíblicas mais inverossímeis."
Inverossímeis? Por quê? Só porque a Ciência não consegue explicar? Em quantas contradições a Ciência já caiu? Quantas coisas que, no passado, ela dizia ser inverossímil, hoje, sabe-se serem verdade? O contrário também acontece.
"Um exemplo é a criação do mundo em 7 dias. Newton acreditava na criação por Deus e, para resolver o problema de um tempo tão curto, observou que a Bíblia não afirma quantas horas durava um dia no momento da Criação."
Não sei exatamente o que Newton, na verdade, diz a esse respeito, mas sei que as Santas Escrituras afirmam, sim, quanto tempo duravam os dias, tanto que o escritor desse relato, Moisés, em Gênesis, inspirado por Deus, faz uma comparação com a duração dos dias de sua própria época: Gênesis 1:5,8,13,19,23 e 31.
Podemos perceber ainda que a terminologia utilizada, "tarde e manhã", é bem familiar, provavelmente para facilitar a compreensão e dar a dimensão exata da quantidade de tempo a que ele se referia.
"Como ainda não existia Terra nem movimento de rotação, um dia poderia ser quanto Deus decidisse."
Aqui serei bem sucinto: a Bíblia não faz nenhuma referência ao movimento de rotação da Terra no relato da criação, nem dá margem para que isso seja usado como parâmetro.
Sobre as previsões de Newton acerca das profecias, estas nunca foram algo fácil de interpretar para qualquer um que seja. O que deve ser ressaltado aqui não são os erros nas previsões, mas, sim, o fato desse brilhante cientista ter dedicado boa parte da sua vida no estudo das profecias e, também, que isso o ajudou, ou melhor, essa relação com Deus o guiou a muitas de suas descobertas. E isso não é teoria, é evidência.
"No best seller O Código Da Vinci, Newton aparece como um dos membros do Priorado de Sião, a organização secreta que protegeria dos católicos o segredo de Maria Madalena como mulher e sucessora de Jesus. Nada se sabe sobre o priorado ou a crença de Newton em Maria Madalena, mas o resto de suas idéias passa perto do livro de Dan Brown."
Não vi nada que agregasse algo ao leitor no trecho em que a revista menciona o livro de Dan Brown, O Código Da Vinci, citando Isaac Newton como um de seus personagens, até porque tudo o que o livro fala sobre ele não tem como ser comprovado e o próprio autor admite que sua obra é fictícia. Me pareceu que a revista teve a intenção de unicamente denegrir ainda mais a imagem religiosa do cientista.
Na verdade, a suma dessa matéria parece ser que, de alguma forma curiosa, as "esquicitices" religiosas de Sir. Isaac Newton contribuíram para o seu sucesso, mas não porque haja alguma verdade na crença em Deus, e, sim, porque quis dar a idéia de que talvez seja importante um pouco de religiosidade, misticismo, excentrismo, como forma de estimular o lado criativo, inventivo, cognitivo das pessoas.
"Puritano radical, Newton seguia o arianismo, doutrina que considerava Jesus Cristo um intermediário entre Deus e os homens. Essa visão é contrária à da Igreja Católica, que tem como símbolo máximo de Deus a Santíssima Trindade (“Pai, Filho e Espírito Santo”)."
A matéria também fala sobre o cientista seguir o arianismo e de que isso era contrário à visão da Igreja Católica. Peraí! Quem disse que a Igreja Católica é o único parâmetro aqui para dizer em que se deve acreditar ou não? E quem disse que a I.C.A.R. é um parâmetro válido? Também não estou dizendo que não é, nem tampouco estou defendendo o arianismo!
E, se Isaac Newton era católico, qual o problema de ele discordar de sua Igreja? Não o fez assim também Martinho Lutero? E este último, apesar de acreditar que sua Igreja estava equivocada em alguns pontos, ainda assim, não a abandonou. Morreu considerando-se católico. Somente após sua morte, fundaram a primeira igreja protestante, talvez porque, em vida, ele não concordasse com isso.
O resto da matéria segue até o seu final fazendo mais do mesmo, cunhando a imagem de um Isaac Newton brilhante como cientista, mas esquisito por causa de sua religiosidade, que "coincidentemente" o impulsionou a fazer grandes descobertas para a humanidade.
Mais uma vez, fica evidente o partidarismo de alguns autores e o favorecimento que eles recebem da mídia, conquanto concordem com uma visão de mundo naturalista e, mesmo que seja redundante dizer, desapegada de tudo que carregue a marca de Deus.
Leia a matéria na íntegra, clicando nesse LINK, e não deixe de ler o último parágrafo, que conta sobre a vida de sucesso de Isaac Newton e como ele terminou sua vida dedicando-se ao estudo da Palavra de Deus, mais do que nunca antes.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Mistério na China: rio fica vermelho como sangue
É interessante perceber que as profecias vão cumprindo-se uma a uma diante dos olhos da humanidade e só o que se vê éo pouco caso que esta faz. E isso se deve às tentativas de explicar "racionalmente" tais eventos, como se meramente explicá-los fosse retirar os méritos dAquele que é o Criador das leis naturais do universo, o Qual faz uso das mesmas em prol da realização de Sua santa e perfeita vontade.
O fato é que também está profetizado acerca do descaso diante do cumprimento das profecias. E creio que seja por isso que as Sagradas Escrituras digam "quem lê entenda", "quem tem ouvidos ouça", porque é uma questão de interesse individual, uma questão de cada um estabelecer o que é prioridade para si.
Sim a Ciência é extremamente relevante, mas as evidências não contrariam o relato bíblico. Em suma, diante deste quadro complexo, um pouco de razão, de fé e de intuição não faz mal a ninguém. Leia a Bíblia e não viva alienado, porque a Ciência, às vezes, aliena, principalmente quando suas teorias são seguidas como um dogma: aí a Ciência vira religião. [CláudioCMSJ]
sábado, 31 de março de 2012
Mudar é preciso
terça-feira, 20 de março de 2012
Sorrisos em Lágrimas
Agora é exatamente 0h28 em Belém do Pará, madrugada do dia vinte de março de 2012, aniversário de minha irmã caçula. Mas o que vou dizer aconteceu na manhã de ontem.
Algumas pessoas sabem do momento difícil que estou vivendo há alguns meses. Um problema muito sério, que não me convém detalhar, o qual tem me causado muito sofrimento, desses que tiram o ar, a motivação, o sorriso. Sua visão se torna em preto e branco, nada tem cor. Ninguém morreu, mas é como se tivesse morrido.
Como ser humano, tenho lutado constantemente para não explodir e certamente isso só não aconteceu graças a misericórdia de Deus, que tem me concedido um espírito manso e uma paciência que nem eu sabia que tinha (talvez porque não tenha, mesmo, e seja oriunda do céu).
Tenho engolido tanta coisa, sido acusado de tanta coisa... mas é difícil combater opinião formada. Realmente ser julgado não é fácil, ainda mais quando sabe-se que os "fatos" apresentados são inverídicos. Acontece que tem sido difícil andar por aí com um melão entalado na garganta, pra não chorar... porque não posso fazer mais nada, a não ser exercitar minha fé, paciência, amor, etc. para com a pessoa que me odeia.
Ao chegar no trabalho, fui direto ao encontro dos meus alunos. Estava atrasado. Lhes dei um exercício, a fim de ganhar tempo para fazer meu desjejum na lanchonete que fica na área arborizada do hospital onde trabalho. Ao me dirigir para lá, em sentido oposto, vem uma médica, conhecida minha, a quem admiro e respeito bastante, apesar do pouco contato. Vou chamá-la aqui apenas de "G.".
Então lhe disse "Bom dia, G!". Ela volveu-se a mim e, com os olhos vermelhos, como de quem possivelmente tivesse saído de um choro recente, séria e de cabeça baixa, retribuiu o cumprimento, falando mais alguma coisa, dando-me uma informação que há tempos lhe havia pedido, mas ela sempre esquecia. Eu já nem precisava mais daquela informação. E percebi no seu semblante que o coração estava partido, que naquele peito havia dor, muita dor. Então, com um olhar singelo, peguei no seu ombro e, bem objetivo, perguntei: "O que você tem, G.?".
Acho que eu já esperava o que aconteceu depois. Ela veio ao encontro do meu abraço e chorou copiosamente em meu peito, como uma criancinha desamparada. Aquilo me tocou profundamente, porque estava diante de uma profissional gabaritada, ética, sempre séria, compenetrada e que aparentava uma frieza no falar, porque não falava qualquer coisa. Suas palavras sempre são medidas e, quase sempre, não vão além, nem aquém do que deve ser dito. Por isso, seu desabamento me comoveu ainda mais.
Com o coração senti algo que estava faltando sentir. E com a mente entendi algo que estava faltando entender. Senti força na minha fraqueza. Entendi, de forma prática, que não estamos sozinhos no sofrimento, pois, até então, só conhecia isso na teoria. E o abraço que recebi falou mais que muitas palavras. Ali nos consolamos. Ela havia perdido o pai para a morte há poucos dias. A ferida estava por demais recente. Eu, de outro lado, havia perdido um amigo e ainda estava vivendo o drama supracitado. A afaguei com ternura.
Senti o conforto de Deus no abraço de um ser humano e involuntariamente transmiti o mesmo a ela. Ao menos, espero que sim. Ao afastar-se de mim, G. percebeu que meus olhos encheram-se rapidamente de lágrimas, enquanto lhe contava do meu problema. Algumas lágrimas escorreram. Como homem, é duro segurar o choro. Mas engoli aquele pedregulho. Ela, ao me consolar, serenou. Que poder o amor altruísta pode ter!!!
Ela, aproximadamente, 38 anos, casada e mãe. Eu, casado e pai. Apenas dois colegas de trabalho enfrentando naquele momento juntos uma fera chamada "vida terrena". Faço este adendo apenas para evitar a aparência do mal.
O que deixo de bom para o leitor nesta história: realmente não é fácil. Viver não é fácil, sofrer não é fácil. Todavia, não sinta-se sozinho. Por trás de muitos sorrisos cidade afora existem corações partidos como o seu. E todos se perguntam "Por quê?", "Como?", "Quando?". Ninguém entende, alguns se enganam, outros preferem julgar e culpar. Mas saiba: Deus está presente no seu sofrimento. Preste atenção nos sinais. Há lições a serem aprendidas. Talvez você não esteja obtendo as respostas certas por estar fazendo as perguntas erradas. Pare. Ouça a voz de Deus. Orar não é só falar, é ouvir também. Abra os olhos e veja. Desacelere. Desligue-se um pouco. "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus..." (Salmos 46:10).
Um bom dia, tarde ou noite a você e que Deus lhe dê sabedoria, força e serenidade para enfrentar seus problemas. Você vai conseguir atingir seu objetivo. Apenas sincronize-o com a vontade de Deus. ;-)
sábado, 17 de março de 2012
Como Conversar com Quem Você Ama
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Pesquisa científica comprova a existência de instinto moral em bebês. Ateístas em xeque!
Em sua coluna na Folha de S. Paulo de hoje (12/12/11), Helio Schwartsman continua repercutindo o assunto, ressaltando que - coincidentemente - o militante ateísta Sam Harris já está disparando seus dardos inflamáveis contra as conclusões levantadas pelos cientistas americanos, algo que já era esperado, pois uma vez comprovada a existência do instinto moral em bebês, os ateus perdem parte essencial de seu discurso, que é a alegação de que tanto o comportamento moral como o religioso são aprendidos e incutidos socialmente. A pregação do neoateísmo é eminentemente utilitária, a grosso modo na base do "funciona / não funciona", já que não tem nada a propor e seu único objetivo é, por assim dizer, "desconstruir a religião" sem dizer o que quer edificar no seu lugar. Nada mais nihilista. De qualquer maneira, qualquer pessoa que já teve a experiência de cuidar de bebês e observar o seu comportamento e desenvolvimento, constatou que desde pequeninos (e obviamente imunes a qualquer controle social eficaz) eles já têm uma mínima noção do que é certo ou errado de acordo com o seu senso de justiça. As matérias da Folha estão transcritas abaixo, e valem a pena ser lidas:
Experimentos feitos com cerca de 50 crianças na Universidade de Washington, em Seattle (Costa Oeste dos EUA), mostraram que os pequenos ficam "chocados" quando presenciam uma divisão desigual de guloseimas.
Publicada na revista científica de acesso livre "PLoS One", a pesquisa se junta a uma série de trabalhos recentes que indicam a existência de um instinto moral aguçado nos filhotes da nossa espécie.
Um resumo do design experimental usado pelos psicólogos Marco Schmidt e Jessica Sommerville, autores do estudo, pode ser visto no infográfico.
Sempre no colo de um dos pais, para ficarem relaxados, os bebês primeiro assistiam a vídeos que mostravam a divisão igualitária ou desigual de comida (biscoitos ou leite) entre dois adultos.
Como os talentos linguísticos das crianças dessa idade ainda são limitados, os psicólogos usavam algo mais simples para saber o que os bebês tinham achado dos vídeos: o tempo que eles gastavam olhando para a tela.
Trata-se de uma ferramenta já estabelecida em outros estudos do tipo. Em geral, quanto mais uma situação surpreende os bebês, mais tempo eles ficam olhando para a cena. E, nesse caso, em média, a cena em que a divisão é desigual surpreendeu bem mais os pequenos.
Depois, os mesmos bebês podiam escolher entre dois brinquedos, ambos ofertados por um pesquisador que eles já conheciam. O cientista esperava a criança escolher seu brinquedo favorito e, depois, deixava os dois com ela.
Entrava então em cena um outro pesquisador, que a criança ainda não tinha visto. O sujeito perguntava: "Posso pegar um [dos brinquedos]?".
A maioria dos bebês dava um dos brinquedos para a pessoa, e um terço deles emprestava até o brinquedo considerado o preferido.
Aliás, havia uma correlação: as crianças mais "chocadas" com a divisão injusta do leite ou dos biscoitos eram justamente as que tinham mais tendência a compartilhar seus brinquedos com os estranhos, sugerindo que tendências parecidas explicam os comportamentos.
Bebês de dois a três anos, por exemplo, tendem a preferir personagens de desenho animado que ajudam os outros aos personagens que estorvam os demais, mesmo quando esses seres são simples formas geométricas, como quadrados, retângulos e círculos. As crianças também parecem vir "de fábrica" com algum conhecimento básico sobre física: olham mais tempo, surpresas, para vídeos em que objetos ficam suspensos no ar quando deveriam cair, por exemplo.
A explicação mais óbvia (e provavelmente mais sólida) para essas capacidades é evolutiva: seria custoso demais para o cérebro dos pequenos aprender tudo do zero, especialmente as regras básicas sobre o funcionamento do mundo e da vida social humana. Nascer com instintos morais e intuições sobre física facilitariam o aprendizado de informações mais complexas e ajudariam as crianças a sobreviver. (RJL)
Uma das ideias centrais dessa protodisciplina é a de que a faculdade moral é um instinto. A analogia que cabe é com a teoria da gramática universal de Noam Chomsky. Da mesma forma que nossos cérebros são equipados com um hardware linguístico, que nos habilita a aprender praticamente por osmose o idioma ao qual somos expostos na primeira infância, nossa cachola também já viria com uma moral de fábrica.
Não se trata, por certo, de um código penal, uma lista pronta e acabada de todas as ofensas possíveis e as respectivas punições, mas de um conjunto de princípios elementares, comuns a toda a humanidade, como as noções de justiça, pureza e autoridade. Elas se combinariam umas com as outras e também com elementos culturais para formar toda a exuberância de padrões morais observáveis nos mais diversos grupos.
A maioria dos estudiosos da moral para por aqui -o que já é um projeto para gerações. A exceção é o neurocientista Sam Harris, que, em "The Moral Landscape" (a paisagem da moralidade), sustenta que é possível, ao menos em princípio, usar a ciência para decidir quais valores morais são corretos e quais são errados.
O critério de verdade escolhido por Harris, na melhor tradição utilitarista, é o bem-estar. Assim, práticas morais que contribuem para aumentar a felicidade das pessoas, como tratar bem o próximo, são validadas pela nova ciência. Já hábitos que fazem crescer a miséria humana, como castigos corporais, tornam-se uma chaga a eliminar.
Com esse engenhoso mecanismo, Harris consegue, de um só golpe, atacar seus adversários à esquerda (multiculturalismo, relativismo) e à direita (religião, tradicionalismo).
Clipping e comentários do Hélio no Contorno da Sombra
Fonte: Genizah
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
13 frases Evangelísticas que produzem falsos convertidos
- Faça de Jesus o seu Senhor e Salvador. Não podemos fazer de Jesus nosso Senhor e Salvador, Ele é nosso Senhor e Salvador. Estamos vivendo em rebelião contra ele e ele nos ordena para arrependimento e fé Nele.
- Peça para Jesus entrar em seu coração. Será que Jesus entra em nossos corações? Sim. Ele o faz. A pergunta é: "Como ele chega lá?" Não é simplesmente pedindo para ele, é através do arrependimento e fé.
- Basta crer em Jesus. Os demônios creem e tremem. Temos que nos arrepender e colocar nossa fé em Jesus Cristo.
- Você tem um buraco em forma de Deus em seu coração e só Jesus pode preenchê-lo. Temos muito mais do que um buraco que precisa ser preenchido para que possamos nos sentir completos, temos um miserável coração enganoso pecador que precisa ser limpo. Arrependimento e fé aplica o sangue do cordeiro para que se faça a limpeza.
- Aceite Jesus. Hum.. Precisamos aceitar Jesus? Isto esta completamente ao contrário. Precisamos que Jesus nos aceite, e Ele vai, se nos arrependermos e confiarmos Nele.
- Faça uma decisão por Jesus. Regeneração Decisional coloca o homem no assento de condutor da salvação. Quando nos arrependemos e confiamos, Jesus decide nos salvar. Isso o coloca no lugar de condutor ... onde Ele exige.
- É fácil acreditar. Embora a fórmula de arrependimento e fé parece simples, uma completa renúncia de si em arrependimento não é nada fácil. É difícil.
- Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida. As únicas promessas para os convertidos são dificuldades, tentações e perseguição. Se é assim que você define uma vida maravilhosa, tudo bem. Caso contrário, deve comandar todos os homens em todos os lugares que se arrependam e tenham fé.
- Venha a Jesus como você é. Devemos ir a Jesus tal como os pecadores que somos, mas Ele também espera um coração quebrantado e espírito contrito demonstrado arrependimento e fé.
- Venha a Jesus e você vai receber o perdão dos pecados e ________________ (preencher a linha com dinheiro, saúde, um casamento restaurado). Jesus não prometeu casamentos restaurado, na verdade Ele prometeu lares desfeitos porque iríamos sofrer divisão quando um membro se arrependesse e confiasse.
- Venha a Jesus e experimente o amor, a alegria e a paz. Temos o fruto do Espírito após a conversão? Sim. Mas se viemos buscar os dons e não o doador, não receberemos nenhum. Em vez disso, devemos nos arrepender e ter fé em Cristo.
- Jesus é a peça que faltava. Hum... não, o Deus do universo, não é a peça que faltava, Ele exige que Ele seja o centro de nossas vidas quando nos arrependemos e temos fé.
- Jesus é melhor do que fama e fortuna. Isso é um eufemismo e, francamente, é um insulto. Dizendo que Jesus é melhor do que o dinheiro é como dizer que um jantar de bife é melhor do que comer um monte de estrume. Ele desafia qualquer comparação e nós banalizamos o Filho de Deus. Em vez disso, devemos pelejar com todos os homens em todos os lugares que se arrependam e tenham fé.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Russo desenvolve cyborg para hospedar a alma
"A Igreja Ortodoxa Russa criticou o projeto “Rússia 2045” de cientistas daquele país que prevê a criação de um corpo cibernético para abrigar a alma de pessoas que estiverem para morrer." (Clique aqui para ler o artigo na íntegra)







