Quero
fazer aqui uma reflexão sobre um hábito que tem impedido muitas
pessoas de crescer mais do que realmente crescem. Me refiro ao
crescimento pessoal, não o material, mas registre-se o fato de que o
baixo crescimento pessoal contribui para menos chances de crescimento
material. Estou falando do hábito de culpar qualquer coisa ou pessoa
pelos próprios erros, menos a si mesmo.
Não
vou abordar o assunto com muitas palavras minhas, mas deixarei que
outras fontes falem mais. Isso, porque, apesar de o comportamento e
psiquê humanos serem um tema que despertam um interesse
extraordinário em mim, não sou especialista no assunto, mas também
não acho que entenda pouco, sou estudioso, e, no afã de comprovar
algumas coisas que já faziam parte de meu discurso em
aconselhamentos que dei e ainda dou, fui atrás de comprovar se estes
conceitos que carrego, que são impopulares e desgostosos para
muitos, realmente fazem sentido ou se só pertenciam a um mundo de
ideias loucas e insensíveis.
Em
minha experiência, vejo que pessoas, ao serem corrigidas, usam
comumente estas duas desculpas: que ninguém pode julgá-las ou que
ninguém é perfeito. “Não me julgue!”, “Só sabe olhar os
meus erros, como se você fosse perfeito”. As duas frases, na
verdade, são a tentativa de dizer a mesma coisa: que uma pessoa é
incompetente para julgar a outra. Só uma tentativa. Focando no mundo
cristão, é uma tentativa consciente ou inconsciente de desvirtuar
os ensinamentos bíblicos que falam sobre o julgamento que não é
reto, ou seja, que não é pelos parâmetros bíblicos. Iremos ver
que um julgamento reto pode ser feito, principalmente se aquilo que
estamos julgando (analisando, criticando, não sentenciando) não é
motivo de falha na vida pessoal de quem julga e, mesmo que haja
falha, se for uma falha abandonada, não é impedimento para julgar.
Dizer
que não se pode julgar só por não ser perfeito, por todos serem
pecadores, dá margem para dizermos, como exemplo, que uma pessoa que
nunca teve vícios, mas resistiu a todas as tentações, não pode
aconselhar um viciado, porque o primeiro tem o defeito de não
obedecer às leis de trânsito. É uma falha? Sim. Isto o torna
imperfeito? Sim. Mas isto o incapacita de aconselhar ou corrigir na
questão do vício? Não! Este é o problema de quem diz “não me
julgue” ou “você não é perfeito”: generalizam onde lhes
convém e especializam onde lhes convém, mas no fundo sabem que
existem incontáveis defeitos, e que, muitas vezes, um não tem a ver
com o outro e, por isso, não impediriam o julgamento. Se assim não
fosse, ninguém poderia julgar e seriam extintos os pais (não é o que está acontecendo?), os juízes,
os agentes de trânsito, os conselheiros matrimoniais, juntamente com
toda e qualquer possibilidade de análise e viveríamos uma anarquia
total (não parece que estamos chegando lá?), porque todos têm defeitos e ninguém é perfeito.
Deixo-vos
agora com a opinião de pessoas que entendem mais do que eu. São
apenas alguns trechos, mas recomendo e faço o desafio à leitura
completa das fontes citadas ao final.
Não
julgueis! Será mesmo?
“Deixar
de exercer juízo sobre as pessoas e seus comportamentos em sociedade
é escancarar as portas para que em pouquíssimo tempo coisas que
hoje, ainda, são absolutos inquestionáveis tornem-se questionáveis,
combatidos e vencidos. [...]
“Se
o ser humano excluiu Deus de sua agenda e trabalha numa velocidade
cada vez maior para extinguir todos os valores judaico-cristãos
extraídos da Escritura Sagrada que ajudaram a construir toda a moral
e ética do ocidente, o que vai nos restar? Qual balança iremos
usar? A qual absoluto iremos recorrer? Gente, se cada um tem a sua
verdade, pensa o que quer, faz o que quer, se não existe absoluto
moral algum porque ninguém pode julgar ninguém em nome do amor,
quem poderá falar com propriedade sobre o que é certo ou errado?
[…]
“O
julgamento cristão nunca deve ser desprovido de compaixão e amor
por aquele que está sendo julgado. O próprio Deus “corrige a quem
ele ama e castiga a quem ele aceita como filho” (Hb 12.6-7). Dizer
que Jesus condena todo e qualquer julgamento é infantilidade mimada
de quem busca um espaço inexistente nos ensinos bíblicos para
avalizar suas práticas erradas. O próprio Cristo combate a postura
infantil dos judeus de sua época e ordena: “julguem segundo a reta
justiça”, leiam João 7 e tirem suas próprias conclusões. O
mesmo Jesus que diz “não julgueis”, agora diz “julgai segundo
a reta justiça”? Está Cristo se contradizendo ou somos nós que
não estamos o entendendo? […]
“Com
esse discurso politicamente correto de “não julgueis” estamos
barateando o sacrifício de Jesus [...]. As vezes tenho a impressão
que em certas ocasiões a expressão “não julgueis” significa
muito mais um “deixe-me pecar em paz” do que qualquer outra
coisa. Sinceramente, esse pensamento me assusta. [...] Por mais
formoso que possa parecer aos nossos olhos, o pecado é mau e nos
afasta de Deus. Parece que estamos tentando arrumar uma desculpa para
trilhar exatamente o caminho oposto. O ser humano é pecador e vai
cair, sim! Vai pecar, sim! E justamente nesta hora temos de ser ainda
mais amorosos e gentis com aquele que cai, estendo-lhe mãos de
socorro, perdão e CORREÇÃO [grifo meu]. No entanto, não é porque
temos de ser amorosos, que faremos vistas grossas e seremos
condescendentes com o erro. Se você quer saber o quanto o pecado é
detestável para Deus, olhe para a cruz, veja o que Ele fez a Cristo,
seu Único Filho, padecer por causa do seu e do meu pecado! […]
“Muitos
pregam o maravilhoso evangelho do “eu também não a condeno” de
João 8.11, mas, se esquecem de pregar o não menos maravilhoso
evangelho do “agora vá e abandone sua vida de pecado” do mesmo
João 8.11. É preciso entender que esta segunda afirmação também
é carregada de amor, bondade e cuidado de Deus. Cristo só pôde
dizer àquela mulher “eu também não a condeno” porque sabia que
muito em breve ele padeceria horrores numa cruz em pagamento dos
pecados dela, alguém teria de pagar aquela conta. […]
“Correção
é dádiva! Seguir a Cristo implica em constante luta contra nossa
natureza pecaminosa. Foi sempre assim, o apóstolo Paulo já dizia
aos coríntios: “esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para
que depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser
reprovado”. Vejo muita gente falando por aí que Deus é amor, mas
quase ninguém dizendo com a mesma ênfase que Ele também é santo
[...] se fôssemos examinar ao longo de toda Escritura, o único
atributo de Deus que é repetido três vezes é o atributo de sua
santidade. Em nenhum lugar vemos Deus sendo chamado de justo, justo,
justo, ou, amor, amor, amor. Servimos a um Deus que é Santo, Santo,
Santo e seu amor não existe e nunca existiu em detrimento de sua
santidade. Portanto, por mais dolorido que seja, que nos alegremos
nos momentos em que formos julgados “segundo a reta justiça”,
este será sempre um grande sinal de que Deus nos ama e quer o melhor
para nós. […]
“Que
não transformemos o evangelho do Cristo Bendito em uma ideologia
barata, ou numa espiritualidade a la carte onde cada um se serve
daquilo que bem entende e julga ser correto e mais confortável para
si.
“Aliás,
já perceberam que todos nós julgamos todo mundo e todas as coisas o
tempo todo, e exigir que alguém pare de julgar é uma contradição
lógica e ao mesmo tempo uma hipocrisia? Que tenhamos maior
profundidade, coragem e maturidade em encarar as questões sérias
que compõem a nossa realidade, sempre em amor, para glória de Deus
e zelosos pelo próximo. As vezes é bem difícil, mas nunca foi tão
necessário.”
Colocar
a culpa nos outros: como a psicologia explica a dificuldade em
assumir os erros no trabalho
“O
ser humano tende a sempre tentar colocar a culpa em outras pessoas ou
fatores externos para justificar seus comportamentos, posturas ou
resultados [insatisfatórios] [...]. É muito comum se esconder atrás
dos muros criados pela própria mente para se defender das
frustrações, mesmo que isso aconteça de maneira inconsciente: por
mais que o indivíduo saiba que cometeu um erro, sua mente ativa
mecanismos defensores que tentam encontrar maneiras de fazer com que
ele escape da culpa.
“A
dificuldade para assumir os próprios erros existe porque encontrar
culpados se tornou um hábito do ser humano: se está sofrendo é
porque alguém está causando este sofrimento [...] e assim por
diante.
“Ao
assumir a própria responsabilidade pelos erros, por outro lado, é
possível superar os acontecimentos e evitar que os mesmos problemas
voltem a acontecer no futuro. Perceber que você permitiu que
determinado fator negativo acontecesse em sua vida e que você é o
único responsável por essas experiências é sinal de maturidade
emocional.
“Seja
nos relacionamentos interpessoais ou na vida profissional, fugir de
seus erros e das consequências que eles trazem, assim como negá-los
ou ignorá-los, faz com que você se afaste de diversas oportunidades
de crescer. Isso faz com que você fique repetindo os mesmos padrões
ao longo da vida, cometendo sempre os mesmos erros e lidando com as
mesmas consequências.”
A
publicação continua, sugerindo alguns passos a serem executados
pela pessoa que deseja aprender a assumir os próprios erros, sem se
martirizar com a culpa, mas, no entanto, sem se utilizar de meios
espúrios para amenizá-la, como exemplo, projetando-a em outros.
Cada passo é abordado de forma mais detalhada, mas aqui só farei
uma recapitulação:
Reflita
Saia
do modo automático
Saia
do papel de vítima (vitimismo)
Perdoe-se
(lembrando que perdoar-se, antes de obter alívio para a culpa,
significa assumi-la, pois perdão é para quem errou, de outra forma,
não seria perdão)
“‘A
culpa é minha e eu boto em quem quiser!’. A frase é do personagem
Homer Simpson, mas tem um fundo de verdade. Vira-e-mexe colocamos a
culpa nos outros; aliás, isso é quase um vício que dá certo
alívio. Mas por que se faz isso? Para mostrar o quanto cada um é
‘perfeito’? Ou por que é mais fácil ficar eternamente agarrado
à ‘Terra do Nunca’?
“‘A
tendência do ser humano é não querer ver os seus defeitos, nem
admitir os seus problemas. De uma forma projetiva jogamos nossos
erros para o outro e evitamos olhar para nós mesmos. Quando a pessoa
se sente culpada, se acha fraca e, quando faz o movimento de culpar o
próximo, sente-se mais forte, mas na realidade está se defendendo’,
diz a psicóloga Esmeralda Sarracini.
“Esse
processo é uma tendência infantilizada. Vemos muito isso nas
crianças. Elas quase nunca admitem os seus erros.”
A
publicação segue orientando que é o amadurecimento que nos faz
mudar esta postura, que é nos responsabilizando pelos nossos erros
que podemos ter um indicativo de maturidade. Cita também depoimentos
de pessoas que passam ou superaram este problema.
Percebo
que pessoas que não se responsabilizam pelos seus erros são aquelas
mais “boazinhas” também e, por isso, não cobram aos outros
dentro de suas responsabilidades, salvo uma única exceção: quando
esta falta de responsabilização alheia irá responsabilizar ela
mesma. Aí o bicho pega. Quando não, para os “bonzinhos”, é
preferível manter os sorrisos, a boa fama, as relações “saudáveis”
(na aparência) do que responsabilizar e perder o prestígio que, na
verdade, nunca houve naquele nível observado.
Saber
responsabilizar-se, portanto, é um sinal de maturidade e garantia de
saúde para si mesmo e para relações de verdadeira amizade e
respeito, no trabalho, com amigos, familiares e no amor.
Espero
que, ao invés da voz do ego, tenhamos deixado a voz do Espírito de
Deus nos alcançar, pois aqui o julgamento foi reto, isto é, dentro dos parâmetro bíblicos. Deus seja louvado.
Há quem compare o aborto (que é feito por uma mulher) com o abandono paternal (que pode ser feito por homem ou mulher) e há quem diga que não se pode comparar uma coisa com a outra. Irei me deter neste segundo grupo.
Dizem que o abandono de um pai (não mencionam propositalmente a mãe, que também faz isso) é causador de males piores que o aborto, pois, segundo eles, uma criança que nasceu e é abandonada sofre vários traumas emocionais; dizem que o abandono se trata da vida de uma criança, enquanto o aborto trata da vida de uma mulher; dizem que, por estes motivos, o abandono é pior que o aborto.
Eu discordo. O aborto não trata da vida de uma mulher sozinha, mas de ambos: mulher e criança, criança esta que será privada das felicidades e tristezas, as mesmas tristezas da referida criança que sofre abandono. Dizem que uma das dimensões da existência é o sentir e que vida sem emoções não é vida. E dizem mais: que sofrer também é viver e que quem nunca sofreu é porque nunca amou. Ué? Isso só é bonitinho nas poesias, nas conversas de mesa de bar e nos contos de fadas? Não é bonito para a criança ainda no ventre? Ela não tem o direito de sentir, de sofrer (ou superar), de amar? Muitas pessoas querem ter o direito de sentir, sejam alegrias ou sofrimentos, é um direito que cabe a cada um. Por essa lógica, onde está o direito da criança que é arrancada do ventre prematuramente pelo assassínio?
Dizer que o abandono é pior que o aborto é, no mínimo, hipócrita, para não dizer leviano, pois a um é dado o direito de sentir, mesmo que seja a dor, mas com ela vem muitas possibilidades, inclusive a de superação, mas, à outra, todos os direitos lhe são tirados, de sofrer, de superar, de se alegrar, se realizar, TUDO.
Não me venham com discursos bonitinhos que tentam apenas amenizar egoisticamente o aborto. O aborto é assassinato, é privação total, é tirania, é monstruosidade. E quem prefere isto é egocêntrico, ou seja, pensa que tudo o que mais importa é sua própria felicidade, seus sentimentos, seus anseios, sua dor e o resto que se exploda.
Pessoas assim são as mesmas que viverão priorizando o seu próprio bem estar na vida e colocarão o coletivo sempre em segundo plano.
Para pessoas assim, é difícil entender, porque certos políticos precisam continuar presos, porque, PARA ELAS, fizeram políticas boas, não importando os atos ilícitos (percebem o egoísmo?); para pessoas assim, é difícil entender porque muita gente torceu contra a seleção brasileira de futebol, porque, PARA ELAS, esporte não tem nada a ver com política, que ganhando ou perdendo, não vai mudar a história do país, e assim conseguem ter sua diversão garantida e "justificada" (olha o egoísmo de novo), mas não percebem que alguns torcem contra, porque desejam que alienados percam seu pão e circo para perceberem que o povo tem nada, se não for assim, permanecem iludidos e não vão para a rua (veja o pensamento coletivo de quem torceu contra e o individual de quem torceu à favor); pessoas assim, não conseguem entender porque foram criticadas durante a greve dos caminhoneiros por permanecerem abastecendo seus carrinhos, enquanto caminhoneiros passavam severas restrições, lutando pelo país inteiro, porque, PARA ELAS, o que mais importava era não ser atingido, não ter que andar de ônibus por um tempo, não ficar com a despensa desabastecida, ou seja, PARA ELAS, a luta tinha que ser só dos caminhoneiros, mas os benefícios, de todos (veja o egoísmo de novo).
São essas "coisinhas" que nos mostram quem as pessoas são. Estas conexões entre um tema e outro têm lógica, quando analisadas com interesse, e nos mostram quem as pessoas são.
Foi um textão, sim, sobre aborto, política, egoísmo, visando refletir a essência das pessoas. Pequenos atos revelam a grandeza ou abismo de um caráter.
É triste ver a sofisticação que foi alcançada hoje na capacidade de se justificar comportamentos reprováveis, meramente para se defender o interesse próprio, é isto tudo está profetizado na Bíblia.
"Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também."
2 Timóteo 3:1-5
https://bible.com/bible/129/2ti.3.1-5.NVI
"pois preferiam a aprovação dos homens do que a aprovação de Deus."
Há alguns dias, uma página nas redes sociais autointitulada "Em Defesa do Evangelho" postou a imagem abaixo.
O comentário que fiz ao autor da postagem, reproduzo a seguir:
"Faltou você usar o resto da Bíblia para mencionar que a prerrogativa da administração do dízimo era da "Casa do Tesouro", ou seja, do órgão interno dentro da Igreja competente para a administração das finanças. Chame do que quiser: Departamento de Finanças, Tesouraria, etc..
Não cabe ao dizimista a administração dos dízimos, cabe obedecer à ordem do Senhor e entregar a quem de direito: 'Trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro' (Malaquias 3:10). Se esse alguém não dá o destino correto, cabe a Deus julgar, prerrogativa exclusiva dEle, não sua, nem minha.
Faltou você falar toda a verdade. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará". Libertará de muitas coisas, inclusive da ignorância, da mentira, de sofismas."
E aqui eu acrescento que ajudar as viúvas e órfãos, assim como qualquer necessitado, continua sendo uma obrigação individual de cada cristão, porém não do dízimo, cuja utilidade é exclusiva para o sustento da pregação do evangelho e de seus ministros. A ajuda humanitária deve vir de ofertas voluntárias (dízimo não é oferta, é devolução), como amor ao próximo, em resposta ao amor gratuito que recebemos de Deus. "De graça recebestes, de graça dai".
Quem fez a imagem e postou nas redes talvez até estivesse bem intencionado, mas estava equivocado.
Os verdadeiros "autores" da divisão são:
(1) Satanás;
(2) a falta de conhecimento das Escrituras, "Errais, não conhecendo as Escrituras", "Meu povo perece por falta de conhecimento"; e
(3) o orgulho humano, que é herança do orgulho de Satanás, sentimento pelo qual o homem se deixa dominar para defender heresias, visões equivocadas que se baseiam em emoções, em impressões, em sonhos, eventos sobrenaturais, em tudo, menos na Palavra de Deus.
A religião não divide, a religião une. Religião, do grego, significa "religar", religar com Deus. A Igreja foi instituída por Cristo e Ele não pode errar, pois é a Sabedoria em pessoa.
Infelizmente, Satanás joga a isca e o homem pega. Esta é a raiz do problema.
Em certo grupo de discussão fechado do Facebook, do qual participo, alguém postou esta imagem, questionando a validade da adoração cristã dentro de um templo físico, ou seja, disse que igreja física não é igreja (errado), que o que importa é onde as pessoas estão reunidas (certo). Veja o que respondi abaixo:
O mesmo irmão que tem discordando aqui sobre o dízimo, postou esta imagem, questionando também o conceito de templo, se Deus aceita ou não nossas reuniões ali. Compartilho aqui de forma mais aberta a resposta que dei, para que seja acessível e clara para todos.
Prezado irmão, primeiramente, quero lhe dizer que está lhe faltando confiar mais na Palavra do Senhor, pois ela não se contradiz. Todavia, você a está usando parcialmente, considerando algumas passagens, mas desconsiderando outras.
A Palavra de Deus não é para ser utilizada como um cardápio, no qual você escolhe aquilo de que quer se servir e despreza o resto. A Palavra do Senhor é para ser "comida" por inteiro, sem deixar passar "um til ou um i, até que tudo se cumpra", pois "passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar".
Isto é um princípio: a Palavra não se contradiz, ela pode possuir aparentes contradições que, na verdade, são resultado de nossa fata de estudo. Por isso, o Mestre nos disse "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus" e "Meu povo perece por falta de entendimento".
Tendo dito isto, quero que se lembre do que eu lhe disse em outra oportunidade, sobre a igreja de hoje ser o templo de antes. Vou lhe mostrar algumas passagens que confirmam que Deus "de certa forma" (não de forma literal), habita, sim, no templo que construímos, tanto que ele o chama de "Minha Casa". Veja abaixo.
Assim como na terra, haverá (na verdade, já existe) um santuário (templo) no céu:
"Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada." (Apocalipse 11:19 ARA
Aqui, o Senhor nos diz que Ele não pode habitar LITERALMENTE em edificação feita por mãos humanas, pois Ele não caberia, nem o céu inteiro O consegue conter:
"Assim diz o Senhor : O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés; que casa me edificareis vós? E qual é o lugar do meu repouso?" (Isaías 66:1 ARA
O Senhor promete a Salomão, em honra a Davi, seu pai, que o ajudaria e habitaria no meio deles, através do templo que Salomão estava construindo naquele exato momento, contanto que o rei guardasse os mandamentos:
"Quanto a esta casa que tu edificas, se andares nos meus estatutos, e executares os meus juízos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, cumprirei para contigo a minha palavra, a qual falei a Davi, teu pai. E habitarei no meio dos filhos de Israel e não desampararei o meu povo." (1Reis 6:12-13 ARA
Ao concluir a construção do templo, Salomão fez uma grande cerimônia e fez subir para dentro do templo o maior símbolo da presença de Deus no meio deles, a arca da aliança, a qual continha o cajado de Arão, que floresceu, símbolo da liderança de Deus, o Maná, símbolo da providência divina, e as tábuas dos dez mandamentos, símbolo da autoridade do Senhor. Feito isto, Deus "manifestou Sua presença" através de uma nuvem de fumaça. Veja, Ele Se manifestou, não entrou literalmente no templo, porque isso não seria possível:
"Congregou Salomão os anciãos de Israel, todos os cabeças das tribos, os príncipes das famílias dos israelitas, diante de si em Jerusalém, para fazerem subir a arca da Aliança do Senhor da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo. Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins. Tendo os sacerdotes saído do santuário, uma nuvem encheu a Casa do Senhor , de tal sorte que os sacerdotes não puderam permanecer ali, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor enchera a Casa do Senhor." (1Reis 8:1, 6-6, 10-11 ARA
Lembra do princípio de harmonização dos textos bíblicos de que lhe falei acima? Pois é, a própria Palavra se explica e não precisa de nenhum homem para fazê-lo, pois, como diz o ditado, "para um bom entendedor, meia palavra basta". Deus não habitaria no templo literalmente, mas "se faria presente ali", estando atento ininterruptamente a tudo o que fosse feito naquele lugar, principalmente, as orações. Ou seja, é como se Deus estivesse de fato presente, pois, apesar, de não estar, os efeitos seriam os mesmos de como estivesse:
"Mas, de fato, habitaria Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei. Atenta, pois, para a oração de teu servo e para a sua súplica, ó Senhor , meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que faz, hoje, o teu servo diante de ti. Para que os teus olhos estejam abertos noite e dia sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste: O meu nome estará ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. Ouve, pois, a súplica do teu servo e do teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve no céu, lugar da tua habitação; ouve e perdoa." (1Reis 8:27-30 ARA
O Senhor confirma a Salomão que Se faria presente, atendendo às súplicas dele e do povo continuamente:
"Sucedeu, pois, que, tendo acabado Salomão de edificar a Casa do Senhor , e a casa do rei, e tudo o que tinha desejado e designara fazer, o Senhor tornou a aparecer-lhe, como lhe tinha aparecido em Gibeão, e o Senhor lhe disse: Ouvi a tua oração e a tua súplica que fizeste perante mim; santifiquei a casa que edificaste, a fim de pôr ali o meu nome para sempre; os meus olhos e o meu coração estarão ali todos os dias." (1Reis 9:1-3 ARA
Por isso, querido irmão, está claro que o problema está em não aceitar que a Palavra é um todo, que ela não se contradiz e que precisamos harmonizar seus textos, a fim de que nós mesmos não façamos confusão, tirando conclusões precipitadas, afetando até a compreensão de outras doutrinas, acabando por conduzir nosso próximo ao erro e nos tornando condenáveis perante o Senhor.
Deus realmente não habita em templos feitos por mãos humanas, pois Ele próprio já fez um templo para Si, que somos nós mesmos, Seus filhos. Todavia, Ele sempre foi e é profundamente interessado em ser alvo do nosso amor, da nossa adoração e, justamente por isso, não desprezou a intenção humana de construir um templo físico. Ele valorizou isso, não desprezou. Na verdade, passou a chamar este lugar de "Minha Casa" ou "Casa de Oração", transformando-o em objeto de Seu profundo amor e atenção e ai daqueles que atentam contra isso.
O templo possui uma função, assim como uma fogueira: nos manter aquecidos e esclarecidos, para não enveredarmos em caminhos obscuros.
Alguém postou esta imagem em grupo de discussão fechado do Facebook, do qual sou membro, criticando o dízimo de forma leviana. Eis a resposta que eu dei:
Os cristãos não nasceram para pregar velhas coisas, que não precisam ser discutidas, como o dízimo. A missão dos discípulos era pregar o evangelho, que significa literalmente "boas novas", ou seja, nascemos para pregar novidades como, por exemplo, a ressurreição, o batismo, a vinda de Cristo, a cessação dos sacrifícios de cordeiros, pois o Cordeiro de Deus já havia morrido na cruz, dentre outras.
Dízimo não era novidade. Ninguém tinha problema com o dízimo, até porque os apóstolos eram judeus, assim como Jesus, e tinham bom entendimento sobre o assunto. Por isso, você não vê os doze apóstolos pregando sobre dízimo (alguém me corrija, se eu estiver equivocado), porque eles se concentraram em pregar o evangelho para outros judeus, que já eram acostumados com a devolução (não é oferta) do dízimo.
O único que se preocupou com o assunto foi Paulo, conforme podemos ver em suas cartas, pois ele se concentrou em pregar para gentios, que não conheciam sobre o assunto e também não conheciam muitas coisas, tudo era novidade para eles, incluindo coisas simples, como monogamia e heterossexualidade.
Hoje, meu irmão, se o dízimo é um assunto muito comentado, é porque foi esquecido e hoje se tornou desconhecido ou novidade para muita gente (se virou novidade, virou evangelho, isto é, boa nova e deve ser pregado) e, se não é desconhecido, está distorcido, sendo confundido com oferta liberal, na qual não há um valor fixo.
Dízimo tem valor fixo estabelecido e é chamado de "décima parte", que é o mesmo que dez por cento. Hoje, precisamos estar ensinando estas coisas básicas, que foram perdidas, assim como a observância correta do quarto mandamento, justamente porque foi predito pelos profetas que Satanás faria muitos sinais e prodígios no fim dos tempos e enganaria a muitos, se possível, os próprios escolhidos.
Está escrito que ele "pisará os santos e jogará a verdade de Deus por terra e prosperará nisso". É o que está acontecendo. Mas nós, os que escolhem se fazer filhos de Deus, fomos chamados para trazer a verdade à luz, para corrigir o que foi entortado: "e sereis chamados restauradores de brechas e reparadores de veredas, para que o país se torne habitável".
Somos os arautos de Deus, que vão adiante dEle, preparando o caminho, para que, quando Ele vier, todos os homens sejam indesculpáveis perante Ele e a única coisa que reste seja a única que pode nos salvar, a justiça de Cristo. Todos que se revestirem da justiça de Cristo serão salvos.
"Aquele que diz que O ama e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso e nele não está a verdade". "Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos". "Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a vontade de Meu Pai e a obedecem". "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento em minha casa e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se não vos abrir as portas dos céus e não derramar sobre vós bençãos sem medida". Grande abraço.
(Fim da resposta que dei)
Espero ter ajudado aos que possuíam alguma dúvida e leram até o fim. Deus nos abençoe com a Sua Verdade.
Duas coisas que eu sempre falo e o mérito não é meu, é do Senhor: (1) Adão e Eva foram duas pessoas literais, não alegóricas; e (2) sim, todo cristão deve ser um aprendiz voraz do conhecimento universal, para que seja o mais completo possível e seja capaz de defender a fé com destreza. Podemos não ter dom para tudo, mas ter conhecimento para defender a fé não é uma questão de dom, é um dever de todos.
Abaixo, um pequeno trecho do que li. Fiquem com água na boca, ou leiam também:
"Porém, a doutora Purdom defende que aceitar a existência histórica de Adão e Eva é imprescindível para uma compreensão adequada do evangelho. 'Entender que Adão e Eva eram pessoas reais ajuda as pessoas a perceberem a necessidade de um salvador, por que foram eles que trouxeram o pecado', explica. "'Jesus é a solução para o problema do mal, que começou em Gênesis 3. Paulo fez essa conexão muito clara em Romanos 5 e 1 Coríntios 15', defende.
"Para a doutora, os cristãos devem estudar as informações científicas, para que possam defender a confiabilidade da Bíblia [grifo meu], começando por Gênesis. No documentário, ela estuda algumas descobertas recentes da genética, que colaboram para um entendimento maior do relato da criação na Bíblia."
Tem gente que, em nome da aceitação social, abdica de bons hábitos e costumes. Muda o comer, o beber, o vestir, o falar.
Uma vez me disseram que eu pareço um velho por andar com as calças "lá em cima". Refleti por um tempo e passei a observar o perfil de pessoas que deixam as calças "lá em baixo" e não se importam em mostrar seu "cofrinho": em geral, não absolutamente, não possuem uma fé prática em Deus, só teórica, bebem, fumam, curtem futebol, insensíveis com esposa e filhos, conhecimento intelectual superficial e limitado apenas ao campo profissional (pois esse é o que sustenta seu bolso, e esse último, sua ostentação), nível muito baixo de conhecimento filosófico, de raciocínio pragmático, de capacidade de abstração, dentre outras coisas, ou seja, egocêntricas e despreocupadas com o que transcende o óbvio.
Agora vou dizer: minhas calças "lá em cima" não estão em cima, e, sim, na altura correta, protegendo minha decência, meu pudor e demonstrando meu respeito por quem está ao redor. E outra: não tenho "cofrinho", tenho BUNDA, ÂNUS, e essas são coisas que devem ser guardadas.
Se me pareço com um velho por causa disso, é porque hoje só quem tem maturidade suficiente (não entenda-se idade) consegue discernir a linha limítrofe entre jovialidade e falta de educação e valores familiares.
Assim como o barro se encontra em qualquer lugar, andamos, pisamos e cuspimos sobre ele, ao passo que o diamante é raro e difícil de encontrar, assim são os homens de hoje: muitos só querem se parecer com a maioria, enquanto outros, querem justamente ser diferentes, não somente por quererem ser diferentes, mas por apreço ao que tem bom nome, ao que é reto, ao que tem valor, ao que produz amor e respeito entre os seres humanos.
Cofrinho? Em mim não, pois ainda tenho em meu cerne um valor dos antigos chamado "vergonha na cara".
Na minha igreja, a maioria se baseia no comportamento e diretrizes da maioria, enquanto a minoria se baseia na verdade incontaminada; a maioria se baseia nas impressões e sentimentos, a minoria, na razão e na fé no que está escrito; a maioria se baseia na "achologia", a minoria, no Manual da Igreja; a maioria se baseia no "assim diz o pastor", a minoria, no "assim diz o Senhor"; a maioria se baseia na aparência de piedade, colocando a harmonia das relações humanas acima dos princípios divinos, a minoria sabe que disciplinar é amar; a maioria afirma que as pregações devem ser cristocêntricas, para meramente se esquivarem de temas polêmicos, a minoria sabe que verdadeiramente cristocêntrica não é a mensagem que menciona várias vezes o nome de Cristo, mas, sim, aquela que ensina o que Jesus ensinou, seja polêmico ou não, mencione o nome dEle, ou não; a maioria acredita cegamente nos pastores, pois ouvem eles dizerem que essa é a Igreja profética que concluirá a obra, incucando nas pessoas que essa é infalível, apesar de criticarem a Igreja Católica pelo mesmo motivo, a minoria crê somente no que está de acordo com as Escrituras, independentemente de cargo ou condição social de quem ensina, e que não é a Igreja, entidade jurídica reconhecida pelo Estado, que é profética, mas, sim, o povo que a constitui, mesmo que isso fira o orgulho de alguns líderes; na minha igreja, a única semelhança entre as duas classes é que a maioria se orgulha de ser a maioria e a minoria, de ser a minoria. Contudo, é essa semelhança que faz toda a diferença, pois a maioria tem sua força no apoio que seus integrantes encontram uns nos outros, porém a esperança da minoria está firmada no Senhor. Amém.
Às vezes, é bom não se conformar unicamente com a leitura da Bíblia traduzida em outro idioma que não o original, por exemplo, em português, pois acaba ocorrendo um fenômeno chamado lost in translation, que significa "perdido durante a tradução". Isso aconteceu com a palavra arrependimento e vamos descobrir o porquê.
O Dicionário Michaelis define a palavra "arrependimento" como (1) Ato de arrepender-se;
pesar sincero de algum ato ou omissão. (2) Contrição. (3) Mudança de
deliberação. (4) Desistência de coisa feita ou empreendida. Até aqui, o leitor sincero da Bíblia, mesmo sendo um dominador da norma culta da língua portuguesa, terá um entendimento equivocado sobre o que representa esta palavra tão importante para o cristão, no contexto bíblico, pois ali ela não limita-se a apenas um sentimento de pesar ou contrição, mas, sim, a uma mudança de comportamento. E isso pode fazer a diferença na hora de moldar a conduta do cristão, levando-o à salvação, ou a perdição eterna.
A palavra em hebraico
para arrependimento é nacham ou nocham. No sentido original da
palavra, "arrepender" tem o mesmo sentido da palavra "entristecer".
Estar triste com alguma coisa não significa que uma mudança
ocorreu, significa apenas que há tristeza por causa de algo que
aconteceu [num primeiro momento]. 1
Do grego μεταμέλεια
- Metanóia, que é na verdade a junção de duas palavras: Meta:
Mudança, e Nóia: Mente, o que traduzido do grego quer dizer
mudança de mentalidade. 2
O termo é pessoal e
relacional. Implica em voltar ao que se estava fazendo antes, e
renunciar ao mau comportamento pelo qual a vida e os relacionamentos
estavam sendo prejudicados. Na Bíblia, arrependimento é um termo
teológico que indica um abandono daquelas atitudes que afrontam Deus
envolvendo-se no que ele odeia e proíbe. O termo no hebraico para
arrependimento significa desviar-se, ou retornar. O termo
correspondente no grego tem o sentido de mudança de mente de modo a
mudar os caminhos também. Arrependimento significa mudar hábitos de
pensamento, atitudes, ponto de vista, política, direção e
comportamento na medida certa para deixar de lado o caminho errado e
seguir o caminho certo. Arrependimento é, na verdade, uma revolução
espiritual. 3
ARREPENDIMENTO: Decisão
de mudança total de atitude e de vida, em que a pessoa, por ação
divina, é levada a reconhecer o seu pecado e a sentir tristeza por
ele, decidindo-se a abandoná-lo, baseando sua confiança em Deus,
que perdoa (MT 3:2-8; 2CO 7:9-10; 2PE 3:9). O complemento do
arrependimento é a FÉ. E os dois juntos constituem a CONVERSÃO. [grifo meu] 4
Existe uma cultura no cristianismo contemporâneo que é a de pensar que arrependimento é, e limita-se a ser, apenas um forte sentimento de tristeza por algo de errado que se tenha feito, dito ou pensado e de que isso é o suficiente para se obter o perdão do ofendido. Essa moda também é ensinada aos mais jovens nas igrejas e pregada nos púlpitos. Mas agora isso está desmistificado e o paradigma, destruído.
Portanto, devemos saber que Deus é o Ser que não nos julga pelos nossos sentimentos, mas, sim, pelas nossas atitudes. Assim, não adianta confessar em oração que se está pesaroso por causa do erro cometido, sem ter uma pré-disposição mental (metanoia) a mudar de comportamento. Nesse caso, Deus não perdoará, por incrível que pareça, porque o arrependimento, o verdadeiro e completo arrependimento, é um pré-requisito para tal.
Agora você deve estar se perguntando - Mas, segundo a Bíblia, Deus sonda os corações, então como pode Ele não levar em conta meus sentimentos? - Ele leva em conta os sentimentos, sim, mas esses não são o fator determinante do perdão. A equação é simples: se o pecador sofre (sentimento), Deus sofre (sentimento) também; se o pecador se arrepende (atitude), Deus perdoa (atitude).
É preciso ainda esclarecer que, quando é dito na Bíblia que Deus sonda os corações, naqueles tempos remotos em que a Bíblia foi escrita, o coração era considerado como o principal órgão do corpo humano e de que desse provinham todos os sentimentos, mas hoje sabe-se que o órgão responsável pelas sensações é o cérebro e, não somente isso, também, pela consciência e pela razão. Por isso, de hoje em diante, quando ler "coração" na Bíblia, entenda "mente". Uma mente transformada gera atitudes transformadas e esse é o verdadeiro arrependimento, o qual conduz ao perdão.
O texto a seguir não utiliza a palavra coração, mas é uma amostra de que o foco da transformação do cristão não está no coração, e, sim, na mente: E não sede conformados
com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso
entendimento [grifo meu], para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e
perfeita vontade de Deus.Romanos 12:2.
Sentir-se triste em razão do pecado é saudável, porque este sentimento, se canalizado corretamente, conduz ao verdadeiro arrependimento. Todavia, aquela mera tristeza que deixamos passar, que ignoramos, e não damos o devido trato a ela, conforme o mundo ensina a se fazer, conduz a morte (separação de Deus), conforme 2Co 7:9-10.
Deus quer um POVO santo, não uma instituição religiosa humana. A Igreja profética é um POVO que guarda os princípios de Deus, não um CNPJ e seu corporativismo, como muitos líderes andam sustentando. Olhe para a imagem... no final das contas, não importa a igreja, cada um aja de acordo com a luz que recebeu, porque "pelos seus frutos os conhecereis".
Infelizmente o povo
adventista segue cumprindo as profecias negativas feitas por sua
própria profetisa! A condenação verbal vem de dentro e não de
artigos de outras religiões! É assim que funciona a igreja
verdadeira. Ela tem ensinadores divinamente inspirados como os
hebreus possuíam.
A seguir o canal de
vídeos mundanos do Instituto Adventista de São Paulo, que mostra o
Show de Talentos Luciferianos realizado no Auditório Arlete Afonso
em 28/10/2012. Vejam como os cantores são adorados no lugar de Deus
com gritos e aplausos profanos:
50 Conselhos de Ellen
G. White Sobre Música
compilação por: Pr.
Irineu Koch
1. O que diz EGW sobre
a perversão e o emprego correto da música?
“A música, muitas
vezes, é pervertida para servir a fins maus, e assim se torna um dos
poderes mais sedutores para a tentação. Corretamente empregada,
porém, é um dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos
a coisas altas e nobres, a inspirar e elevar a alma.” (Ed. pág.
166)
2. Mencione 5 dos
poderes que a música possui.
“Poder para: (1)
subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para (2) suscitar
pensamentos e (3) despertar simpatia, para (4) promover a harmonia de
ação e (5) banir a tristeza e os maus pensamentos, os quais
destroem o ânimo e debilitam o esforço.” (Ed. pág. 167)
3. Que tipo de música
deve ser cantado no lar?
“Que haja cântico no
lar, de hinos que sejam suaves e puros, e haverá menos palavras de
censura e mais de animação, esperança e alegria.” (Ed., pág.
167)
4. Que relação existe
entre o canto e a oração como partes do culto?
“Como parte do culto,
o canto é um ato de adoração tanto quanto a oração” (Ed., pág.
167)
5. Em que aspecto é a
música um dos mais eficientes meios?
“O canto é um dos
meios mais eficientes para impressionar o coração com verdades
espirituais.” (R.H., 6 de Junho de 1912)
6. O que é capaz de
fazer o cântico quando glorifica a Deus?
“Vi que o cântico
que glorifica a Deus afasta, com freqüência, o inimigo e que louvar
o Senhor o derrotaria e nos daria a vitória.” (Carta 5, 1850)
7. Como Jesus usava a
música?
(1) Para livrar-Se da
tentação. (Ev. pág. 498)
(2) Para saudar a luz
matinal.
(3) Para alegrar Suas
horas de labor.
(4) Para levar alegria
celeste ao cansado e ao abatido. (CBV., pág. 52)
(5) Para expressar o
contentamento que Lhe ia no coração.
(6) Para Louvar e dar
graças a Deus.
(7) Para manter
comunhão com o Céu.
(8) Para animar os
companheiros que se queixavam da fadiga do trabalho.
(9) Para banir os anjos
maus.
“Dir-se-ia que Seu
louvor bania os anjos maus e, como incenso, enchia de fragrância o
lugar em que Se achava. O espírito dos ouvintes era afastado de seu
terreno exílio, para o lar celestial.” (DTN., pág. 73)
8. Porque que os
Israelitas repetiam o cântico junto ao mar durante suas viagens?
Para animar os corações
e acender a fé dos viajantes peregrinos.
“Assim, elevavam-se
seus pensamentos acima das provações e dificuldades do caminho;
abrandava-se, acalmava-se aquele espírito inquieto e turbulento;
implantavam-se os princípios da verdade na memória; e fortalecia-se
a fé. A ação combinada ensinava ordem e unidade, e o povo era
levado a um contato mais íntimo com Deus e com outros.” (Ed., pág.
39)
9. Analise o contraste
que há entre o antigo costume e os usos a que muitas vezes é a
música hoje dedicada?
“Fazia-se com que a
música servisse a um santo propósito, a fim de erguer os
pensamentos àquilo que é puro, nobre e edificante, e despertar na
alma devoção e gratidão para com Deus. Que contraste entre o
antigo costume, e os usos a que muitas vezes é a música hoje
dedicada! Quantos empregam esse dom para exaltar o “eu”, em vez
de usá-lo para glorificar a Deus!” (PP. 12ª ed., de 1991, pág.
637)
10. O que leva os
incautos a se unirem com os amantes do mundo?
“O amor pela música
leva os incautos a unir-se com os amantes do mundo nas reuniões de
diversões aonde Deus proibiu a seus filhos irem.” (Ibid.)
11. Para que Satanás
emprega a música?
Para distrair a mente
do dever e da contemplação das coisas eternas.
Assim aquilo que é uma
grande bênção quando devidamente usado, torna-se um dos mais bem
sucedidos fatores pelos quais Satanás distrai a mente, do dever e da
contemplação das coisas eternas.” (Ibid.)
12. Qual deve ser nosso
esforço no que diz respeito a nossos cânticos de louvor?
“… Devemos
esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto
quanto possível da harmonia dos coros celestiais (Ibid.)
13. O que ocorre quando
cantamos com o espírito e a compreensão?
“Quando seres humanos
cantam com o Espírito e a compreensão, músicos celestes apreendem
os acordes e unem-se no cântico de louvor (Testimonies, Vol. 9,
págs. 143.)
14. Com que intenção
deve-se gastar tempo no cultivo da voz?
“Aquele que nos tem
concedido todos os dons que nos capacitam a ser coobreiros com Deus,
espera que Seus servos cultivem suas vozes, a fim de que possam falar
e cantar de modo que todos compreendam. Não é necessário um
cântico ruidoso, mas entoação clara, pronúncia correta e
expressão vocal distinta. Que haja tempo para o cultivo da voz de
modo que o louvor a Deus possa ser entoado em tons claros e suaves,
não com aspereza e estridência que ofendem o ouvido.” (Ibid.)
15. Por que é difícil
disciplinar os cantores e mantê-los em forma ordeira?
“Mas às vezes é
mais difícil disciplinar os cantores e mantê-los em forma ordeira,
do que desenvolver hábitos de oração e exortação. Muitos querem
fazer as coisas à sua maneira. Não concordam com deliberações, e
são impacientes sob a liderança de alguém. No serviço de Deus se
requerem planos bem amadurecidos. O bom senso é coisa excelente no
culto do Senhor.” (EV., pág. 505)
16. O que não é
música? Quais as duas características do bom cântico?
“Pensam alguns que,
quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém,
não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros –
dominado e melodioso.” ( EV., pág. 510)
17. Qual seria a
característica de solos inadequados?
“Tenho ouvido em
algumas de nossas igrejas solos que eram de todo inadequados ao culto
da casa do Senhor. As notas longamente puxadas e os sons peculiares,
comuns no canto de óperas, não agradam aos anjos.” (Ibid.)
18. Que tipo de
cânticos os anjos unem-se a nós em cantar?
“Eles (os anjos –
pois esta nota é continuação da anterior) se deleitam em ouvir os
simples cantos de louvor entoados em tom natural. Os cânticos em que
cada palavra é pronunciada claramente, em tom harmonioso, eis os que
eles se unem a nós em cantar. Eles tomam o estribilho entoado de
coração com o Espírito e o entendimento.” (EV., págs. 510 e
511)
19. Que tipo de cântico
é preferível para os serviços de adoração a Deus?
O canto congregacional.
“Nem sempre poucos devem tomar parte no serviço de canto. Tanto
quanto possível que toda a congregação se una em louvor.”
(Testimonies, vol. 9, pág. 144). “O canto não deve ser feito
apenas por uns poucos. Todos os presentes devem ser estimulados a
tomar parte no serviço de canto.” (EV., pág. 507)
20. Que critérios
devem ser usados na escolha do canto para o culto divino?
(1) Devemos nos
esforçar para aproximar-nos o mais possível da harmonia dos coros
celestiais.
(2) Usar vozes
educadas.
(3) Escolher hinos com
música apropriada para a ocasião.
(4) Melodias alegres,
mas solenes.
(5) Voz modulada,
suavizada e dominada.
“A música forma uma
parte do culto de Deus nas cortes do alto. Devemos esforçar-nos em
nossos cânticos de louvor, por aproximar-nos o mais possível da
harmonia dos coros celeste. Tenho ficado muitas vezes penalizada ao
ouvir vozes não educadas, elevadas ao máximo diapasão, guinchando
positivamente as palavras sagradas de algum hino de louvor. Quão
impróprias essas vozes agudas, estridentes, para o solene e jubiloso
culto de Deus! Desejo tapar os ouvidos, ou fugir do lugar, e
regozijo-me ao findar o penoso exercício. Os que fazem do canto uma
parte do culto divino, devem escolher hinos com música apropriada
para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres, e
todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e
dominada.” (EV., págs. 507 e 508)
21. Do que Deus não se
agrada (em termos de música)?
“Vi que todos devem
cantar com o espírito e com o entendimento também. Deus não se
agrada de algaravia e desarmonia (dissonância). O correto é sempre
mais grato que o errado.” (Testimonies, Vol. 1, pág. 146 TS. Vol.
1, pág. 45)
22. Quais os resultados
quando o povo de Deus aproxima-se do canto correto, harmonioso?
Deus é glorificado, a
igreja beneficiada e os incrédulos favoravelmente impressionados.
“E quanto mais perto
o povo de Deus puder aproximar-se do canto correto, harmonioso, tanto
mais é Ele glorificado, a igreja beneficiada, e os incrédulos
favoravelmente impressionados.” (Ibid.)
23. Como eram as
músicas executadas na reunião campal de Indiana em 1900 segundo
relatado por Testemunhas oculares?
(1) Acompanhadas por
instrumentos musicais tais como: órgão, contrabaixo, rabecas,
flautas, tamborins, cornetas e um grande surdo.
(2) Muito altas a ponto
de não se poder ouvir a voz da congregação ao cantarem.
(3) São músicas
dançantes com letra sagrada.
(4) Não usavam o
hinário que os Adventistas da época usavam.
(5) Eram ritmadas.
24. Como seriam as
músicas imediatamente antes da terminação da Graça? Por que seria
assim?
Com gritos, tambores e
dança. Porque os sentidos dos seres racionais ficarão confundidos.
“As coisas que
descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que
haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça.
Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com
tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão
tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões
retas.” (ME. Vol. 2, pág. 36)
25. A quem haveriam de
atribuir o tipo de música que ocorria antes da terminação da
Graça?
“E isto será chamado
operação do Espírito Santo (Ibid.)
26. Por que métodos o
Espírito Santo nunca Se revela?
“O Espírito Santo
nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído.”
(Ibid.)
27. Com que intenção
Satanás criaria tal tipo de música?
“Isto é uma invenção
de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o
efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante
verdade para este tempo.”(Ibid.)
28. O que seria melhor
do que usar o tipo de música usada na Campal de 1900?
“É melhor nunca ter
o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos
músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em Janeiro último,
seria introduzida em nossas reuniões campais. A verdade para este
tempo não necessita nada dessa espécie em sua obra de converter
almas. Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo
que, se devidamente dirigido, seria uma bênção.” (Ibid.)
29. O que Satanás fará
da música?
“Essas coisas que
aconteceram no passado hão de acorrer no futuro. Satanás fará da
música um laço pela maneira por que é dirigia.” (ME. Vol. 2.
pág. 38)
30. Como não sermos
enganados pelos ardis de Satanás?
Lendo, estudando e
dando ouvidos à Palavra de Deus e aos Testemunhos do Espírito de
Profecia.
“Deus convida Seu
povo, que tem a luz diante de si na Palavra e nos Testemunhos, a ler
e considerar, e dar ouvidos. Instruções claras e definidas tem sido
dadas a fim de todos entenderem.”(Ibid.)
31. Que tipo de música
não se ouviam nas Escolas dos Profetas?
“A arte da melodia
sagrada era diligentemente cultivada [na Escola dos Profetas]. Não
se ouviam valsas frívolas ou canções petulantes que elogiassem o
homem e desviassem de Deus a atenção; ouviam-se, porém, sagrados e
solenes salmos de louvor ao Criador, que engrandeciam Seu nome e
relatavam Suas obras maravilhosas.” (FEC.pág. 97)
32. A música que
usamos pode desagradar a Deus, mesmo em reuniões sociais?
“Tem havido em
_________ uma espécie de reuniões sociais inteiramente diversas em
seu caráter, reuniões de prazer, que tem sido um opróbrio às
nossas instituições e à igreja. Essas reuniões estimulam o
orgulho do vestuário, orgulho da aparência, a satisfação do
próprio eu, a hilaridade e frivolidade. Satanás é recebido como
hóspede de honra e toma posse dos que promovem essas reuniões.
“A visão de que um
desses grupos me foi apresentada – grupo em que se achavam reunidas
pessoas que professavam crer na verdade. Uma delas achava-se a um
instrumento de música, e cantava canções que faziam chorar os
anjos da guarda; Havia ruidosa alegria, havia riso vulgar, abundância
de entusiasmo e uma espécie de inspiração; mas a alegria era
daquela espécie que unicamente Satanás é capaz de produzir.”(CPPE.
pág. 306)
33. Que tipo de música
se adequam ao gosto dos jovens?
“Foi-me mostrado que
a juventude deve assumir um padrão elevado e fazer da Palavra de
Deus seu conselheiro e sua guia. Solenes responsabilidades repousam
sobre os jovens, às quais consideram levianamente. A apresentação
de música em seus lares em vez de conduzir à santidade e
espiritualidade tem sido um meio para afastar as mentes da verdade.
Canções frívolas e música popular do dia parecem adequadas ao seu
gosto. Os instrumentos de música tem tomado o tempo que deveria ser
devotado à oração.”(Testimonies, vol. 1, págs. 496 e 497)
34. Descreva a atitude
dos anjos diante de um grupo de cristãos que cantam músicas e
canções frívolas?
“As coisas eternas
tem pouco peso para a juventude. Anjos de Deus choram quando
registram palavras e atos de professos cristãos. Adejam anjos em
torno de uma habitação além. Jovens estão ali reunidos; ouvem-se
sons de música em canto e instrumentos. Cristãos acham-se reunidos
nessa casa; mas que é que ouvis? Um cântico, uma frívola canção,
própria para um salão de baile. Vede, os puros anjos recolhem para
si a luz, e os que se acham naquela habitação são envolvidos pelas
trevas. Os anjos afastam-se da cena. Tem a tristeza no semblante.
Vede como choram! Isto vi eu repetidas vezes pelas fileiras dos
observadores do sábado, e especialmente em _____________.”
(Testimonies vol. 1, pág. 506)
35. O que é música
para muitos professos observadores do sábado?
“A música é o ídolo
adorado por muitos professos cristãos observadores do Sábado.
Satanás não faz objeções à música, uma vez que a possa tornar
um caminho de acesso à mente dos jovens (Ibid.)
36. Que tipo de música
não se harmoniza com o gosto de jovens cristãos professos?
“Jovens reúnem-se
para cantar e, se bem que cristãos professos, desonram
freqüentemente a Deus e sua fé por frívolas conversas e a escolha
que fazem da música. A música sagrada não está em harmonia com
seus gostos. Minha atenção foi dirigida aos positivos ensinos da
Palavra de Deus, que haviam sido passados por alto. No juízo todas
essas palavras da Inspiração hão de condenar os que não lhes
deram ouvidos.” (Ibid.)
37. O que produz as
diversões teatrais?
“Entre os mais
perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro. Em vez de ser uma
escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um
verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões
pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses
entretenimentos. Canções baixas, expressões e atitudes licenciosos
depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que
costuma assistir a essa exibições se corromperá em seus
princípios. Não há em nosso país influência mais poderosa para
envenenar a imaginação, destruir as impressões religiosas e tirar
o gosto pelos prazeres tranqüilos e as realidades sóbrias da vida,
que as diversões teatrais. O amor a essas cenas aumenta a cada
condescendência, assim como o desejo de bebidas intoxicantes se
fortalece com seu uso. (CPPE., pág. 302)
38. Como Balaão
conseguiu trazer o desagrado de Deus sobre os Israelitas?
“…Aconselhou
Balaque a proclamar uma festa idólatra em honra a seus deuses, e
persuadiria os israelitas a assistirem-na de modo que se deleitassem
com a música, e então, as mais belas mulheres midianitas seduziriam
os israelitas levando-os a transgredir a lei de Deus e a se
corromperem e também influenciariam a sacrificar aos ídolos. Este
conselho satânico foi muito bem sucedido.” (Spiritual Gifts, vol.
4, pág. 49)
” Iludidos pela
música e dança, e seduzidos pela beleza das vestais gentílicas,
romperam sua fidelidade com Jeová (PP., pág. 479)
39. EGW. fala de música
secular aceitável cantada pelos músicos do navio onde se
encontrava. Que características possuíam?
“Por cerca de uma
hora a neblina não se dissipava e o sol não conseguia penetrá-la.
Os músicos (no navio),que deviam desembarcar naquele local,
entretinham os impacientes passageiros com música bem apresentada e
bem selecionada. Ela não feria os sentidos como na noite anterior,
mas era suave e realmente gratificante aos sentidos porque era
harmoniosa.” (Carta 6b, págs. 2 e 3 . Escrita ao desembarcar na
Nova Zelândia em Fevereiro de 1893)
40. A formação
musical do irmão “S”se adequava mais a quê?
“O irmão S possui
bom conhecimento musical, mas sua formação em música foi do tipo a
adequar-se mais ao palco do que ao solene culto de Deus (Manuscrito
5, 1874)
41. Qual a opinião de
EGW, sobre os movimentos corporais na música para o serviço
religioso?
“Movimentos corporais
são de pouco proveito. Tudo o que está ligado, de alguma forma, com
o serviço religioso deve ser digno, solene e impressivo….Pode-se
dizer o mesmo do canto. Assumis atitudes não dignas. Podes todo o
volume e potência de voz que podeis. Abafais os acordes mais suaves
e as notas de vozes mais harmoniosas que a vossa. Esse movimento
corporal e a voz alta e estridente não faz harmonia àqueles que
ouvem na terra e aos que ouvem no Céu (Ibid.)
42. Do que Deus não se
agrada em Ministros que professam ser representantes de culto? Por
quê?
“Deus não se agrada
quando ministros que professam ser representantes de Cristo,
representam-No tão mal como se fossem arremessar o corpo em atitudes
de representação, gesticulando de modo indigno e vulgar,
apresentando movimentos grosseiros e reles. Tudo isso diverte e
despertará a curiosidade daqueles que desejam ver coisas estranhas,
empolgantes e bizarras, mas não elevará a mente e o coração
daqueles que as testemunham.” (Ibid.)
43. O que não
apresenta o coro dos anjos? Por quê?
“O coro dos anjos não
apresenta notas estridentes e gesticulações. Seu canto não irrita
o ouvido. É suave e melodioso e flui sem o esforço que eu tenho
presenciado. Não é forçado e estridente exigindo exercícios
físicos(Ibid.)
44. Quando há
movimentos grosseiros durante o canto, o que ocorre com alguns?
“Alguns não
conseguem reprimir pensamentos não sagrados e sentimentos de
leviandade ao ver os movimentos grosseiros durante o canto.”
(Ibid.)
45. A exibição e
contorções do corpo, a aparência desagradável da melodia forçada
pareciam tão fora de lugar para onde? O que produziam?
“A exibição e
contorções do corpo, a aparência desagradável da melodia forçada
pareciam tão fora de lugar para a casa de Deus, tão cômicas, que
as solenes impressões produzidas nas mentes foram removidas. Os
pensamentos daqueles que crêem na verdade não permanecem tão
elevados como antes do canto.” (Ibid.)
46. Por que foi muito
difícil tratar com o irmão “S“?
“Tem sido muito
difícil lidar com o caso do irmão S.. Ele tem se portado como uma
criança indisciplinada e deseducada. Quando seus atos são
questionados, em vez de tomar a reprovação como uma bênção, ele
deixa que seus sentimentos o julguem melhor, torna-se desencorajado e
não faz nada. Se ele não puder fazer tudo como quiser, do seu modo,
não ajudará de modo nenhum (Ibid.)
47. Qual a origem da
música?
“A música é de
origem celeste. Há grande poder nela.” (Ibid.)
48. É suficiente
conhecer os rudimentos do canto? Por quê?
“Não é suficiente
conhecer os rudimentos do canto; porém, aliado ao conhecimento, deve
haver tal ligação com o Céu que anjos possam cantar através de
nós.” (Ibid.)
49. O irmão “S”
cantava na igreja mas seu canto em realidade era oferecido a quem?
“Tendes cantado mais
para os homens do que para Deus (Ibid.)
50. Qual era o árduo
trabalho do irmão “S”?
“Tem sido um árduo
trabalho para vós superar vossos hábitos naturais e viver uma vida
santa e abnegada.”(Ibid.)
No Boletim Católico Universal, pág. 4, de 14 de agosto de 1942 foi escrito:
“A Igreja mudou a observância do sábado para o domingo pelo direito divino e a autoridade infalível concedida a ela pelo seu fundador, Jesus Cristo. O protestante, propondo a Bíblia como seu único guia de fé, não tem razão para observar o domingo. Nessa questão, os Adventistas do Sétimo Dia são os únicos protestantes coerentes.”
A Igreja adventista é atualmente a maior igreja protestante do mundo que guarda o sábado e merece nota 10 po r sua coerência!
“O domingo é uma instituição e suas reivindicações de observância podem ser definidas unicamente em princípios católicos… Desde o princípio até o fim das Escrituras não há uma só passagem que autorize a mudança do dia de adoração pública semanal do último dia da semana ao primeiro.”
The Catholic Press, Sidney, Austrália, agosto de 1899.
“O protestantismo, ao descartar a autoridade da igreja (católica e romana), não tem boas razões para sua teoria referente ao domingo e deve, naturalmente, guardar o Sábado dia de descanso.”
John Gilmary Shea, American Catholic Quarterly Review, janeiro, 1883.
“Fazemos bem em recordar aos presbiterianos, batistas, metodistas e todos os demais cristãos que a Bíblia não os aprova em nenhum lugar em sua observância do domingo. O domingo é uma instituição da Igreja Católica Romana, e aqueles que observam este dia observam um mandamento da Igreja Católica.”
Priest Brady, em um discurso relatado no Elizabeth, N. J. “News”, 18 de marco de 1903.
“Pergunta: ‘Tendes alguma outra maneira de provar que a Igreja (Católica) tem o poder de instituir dias festivos por preceito?’”
“Resposta: ‘Se ela não tivesse semelhante poder, não poderia ter feito tudo quanto os religiosos modernos estão de acordo. Não teria substituído a observância do sábado do sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, uma mudança para a qual não existe autoridade nas Escrituras.
5tephan Keerran, em “A Doctrinal Catechism”, 176.
“A razão e o senso comum exigem a aceitação de uma outra destas alternativas: o protestantismo e a observância e santificação do sábado, ou o catolicismo e a observância e santificação do domingo. Um compromisso ou acordo é impossível.”
The Catholic Mirror, l3 de dezembro de 1893.
“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja (Católica) poder para dispor qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados.”
Vicent J. Kelly “Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations”, pag.2
“Nós observamos o domingo no lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu solenidade do sábado para o domingo.”
Peter Geiermann, CSRR, “A Doctrinal Catechism”, edição 1957, pág. 50.
“Não o Criador do Universo, em Gênesis 2: t-3, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias.’”
S.D. Mosna, Storia della Domenica, 1969, págs. 366, 367.
“Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso (do sábado bíblico) para o domingo… Então, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que rendem à autoridade da Igreja (Católica), apesar deles mesmos.”
Monsenhor Louis Segur, “Plan Talk About the Protestantism of Today, pág. 213
“Os protestantes… aceitam o domingo no lugar do sábado como dia de pública adoração após a Igreja Católica ter feito a mudança… Mas a mentalidade protestante não parece perceber que observando o domingo, está aceitando a autoridade do porta-voz da igreja, o papa.”